segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Tribunal do Júri de Itaporanga julgará mais quatro réus nesta semana


Por Redação da Folha – Na próxima semana, o Tribunal do Júri da comarca de Itaporanga vai realizar mais duas sessões para julgamento de acusados de tentativas de homicídio. Todos os quatro réus que vão a júri respondem aos processos em liberdade.
            
Na próxima terça-feira, 5, serão julgados Cícero Romão da Silva, um filho dele e um tio do jovem, acusados de uma tentativa de homicídio em Itaporanga no ano de 2006. É o segundo julgamento a que eles serão submetidos. Em agosto de 2014, houve uma absolvição, mas o Ministério Público conseguiu anular o julgamento e um novo júri será realizado nesta terça-feira. Na defesa dos réus, atuarão os advogados Jailma Alves de Sousa, Severino dos Ramos e Ana Maria Freitas.
            
Já no dia seguinte, quarta-feira, 6, sentará no banco dos réus Gilvando Severino de Sousa, que é acusado de uma tentativa de homicídio em 2007 no município de Itaporanga. O acusado será defendido pelos advogados Neto Ferreira e seu sobrinho, Bryam Araújo Fonseca.
            
O Tribunal do Júri realizou três sessões no mês passado: no dia 21, o réu Francisco Antônio do Nascimento, conhecido como Frank, acusado de matar um comerciante local, foi condenado, mas, como a pena foi de 9,3 anos e ele já havia cumprido cerca de 1 ano e meio, a juíza Brena Brito, que presidiu o júri, acatou pedido da defesa e permitiu a liberdade do réu durante a fase recursal.
            
No dia 22, o réu Antônio Rodrigues dos Santos, conhecido como Ataliba, foi inocentado da acusação de uma tentativa de homicídio, crime ocorrido em Itaporanga, mas continuou preso supostamente por uma condenação no caso do furto de um celular. Sua prisão já dura quase três anos.
            
No dia 28, o jovem Jardel Nunes Pinto, que reside em Itaporanga, mas era acusado de uma tentativa de homicídio durante uma briga em Boa Ventura, foi inocentado da acusação. O Conselho de Sentença, por maioria, entendeu que o réu não praticou o crime, prevalecendo a tesa da defesa de negativa de autoria.
            
Uma quarta sessão do júri deveria ter sido realizada no dia 29 para julgar Leonardo de Lucena Mangueira por uma suposta tentativa de homicídio em 2017, mas, em função de um problema de saúde do promotor Reynaldo Serpa Filho, o júri foi adiado, e uma nova data ainda será designada.

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