sábado, 9 de dezembro de 2017

Chega ao fim a Festa da Padroeira de Itaporanga

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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Chega ao fim a Festa da Padroeira de Itaporanga
(Reynollds Augusto)
Sabe leitor, todas as sextas eu saio com a família para passear, á noite. É coisa certa.
A noite de Itaporanga está cada vez mais diversificada. A primeira idéia seria ir ao restaurante do nosso craque Edmundo, o Bar e Churrascaria Churras Prime. Um excelente local para se passar algumas horas proseando e degustando “excelentes pratos”, com uma turma animada. Eu até tentei, mas não deu. Não tinha nem onde estacionar.
20171208_204644Resolvi ir ao final da Festa da Padroeira, que aproveita esse momento para reunir os nossos irmãos católicos em torno de um objetivo comum, que é de capitalizar-se para efetivar as suas obras no ano vindouro. Nada mais justo. É tradicionalíssima essa festa de fim de ano, hoje com outra “cara”.
É próprio da vida, a impermanência. Só o espírito imortal segue para sempre a sua trajetória sem fim. Aqui, leitor, um mini-curso e tem “aluno” que não quer aprender nada e ainda saí comprometido, em recuperação e ás vezes precisa “repetir o ano”, aí vem a reencarnação, como disse Jesus: “ Ninguem pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo”. Entendeu leitor?
Mas , tem jeito não, há uma fatalidade atingir que é a plenitude, que as religiões tradicionais apelidam de “Salvação”, afinal “Nenhum só as ovelhas do meu Pai se perderá”. Nenhuma leitor!
Todos os seres humanos, espíritos encarnados e desencarnados atingirão essa meta: Católicos, Espíritas, Evangélicos, judeus, cristãos, budistas,muçulmanos,... e até ateus.
Deus não está preocupado se você crê nele ou não, ele existe de todo jeito, mas sabe que as suas leis naturais vão lhe encaminhar ao propósito finalistico da vida , o progresso. Pois é. Duvide Não!
Estava agradável a noite. Como eram agradáveis os velhos desafios dos cordões azuis e vermelhos que o tempo não traz mais. Muitas garotas bonitas, todas á caráter, dançando.
Era uma “guerra” do bem. De um lado, do cordão azul o locutor Ademar Augusto o outro do cordão vermelho o locutor Andrè Morato, cada um que vendesse mais – QUEM DÁ MAIS?- e no final o apurado. O cordão azul quase sempre ganhava:
“ô abre alas que eu quero passar
Ô abre alas que eu quero passar
Eu sou Dalila, não posso negar...”
O embate acontecia com os “Cabras” ricos da época, os “coronéis”. E a cada galinha exposta o preço era superado pela outra, um dando presente ao outro, numa guerra de vaidades, mas que deixava alegre o padre e paróquia .
Também! Com aqueles locutores, animadores , incitando ao desafio, até eu queria dar , mas nunca tive. “Ficava na minha”, a observar tamanha gastança.
O velho e saudoso Emídio Alves sempre foi generoso. Era uma “e$pécie de autoridade “da nossa comuna.
Passeando eu encontrei o meu debatedor DANILO, que hoje está em Natal, com a sua linda Esposa, concluindo o mestrado. Disse a ele que tinha cara de professor. Temos muitos programas PENSE NISSO gravados e o convidei para relembramos o tempo de outrora e atualizar as nossas gravações , enquanto estiver por aqui. O “cabra” é bom de bate-papo e sabe muito.
Fim de ano, fim de etapa, nessa vida sem fim
Sejamos todos felizes
Nada de lixo mental
Nada de seguir pesado, sem realizar o perdão
Principalmente de si mesmo
Não perca tempo não.
O nosso fim será a “salvação” ( de nós mesmos)
PENSE NISSO! MA PENSE AGORA MESMO

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