domingo, 24 de dezembro de 2017

Apocalipse no Natal

1 CristoPENSE FELIZ NATAL!
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O Apocalipse no Natal 
(Reynollds Augusto)
Sabe leitor, do jeito que existem os universitários funcionais os há, também, os religiosos. Esses lêem, citam textos bíblicos, mas não entendem o que está por trás das letras, “que mata”. Deslumbram-se com as formulas, as formas, os brilhos exteriores, mas não se prendem ao essencial, que é a essência da proposta Bíblica, seja no velho ou no novo testamento.
Sem falar que a “verdade” também se encontra em outros ditos “livros sagrados”, de outras culturas, pois a verdade-verdadeira, absoluta, só Deus a tem. A nossa é sempre relativa.
Esse é um fenômeno normal que só será amenizado no tempo da maturidade. Jesus já tratou do assunto: “muitos olham, mas não vêem; ouvem, mas não escutam”. Ainda o é assim.
Estamos vivendo em tempos de apocalipse. Pois é, pois é, pois é, como diria o “filósofo infantil”.
Apokalypsis é uma palavra grega que quer significa descerrar o véu, revelar coisas até então ocultas. Nada de o mundo se acabar e, nada de novo, pois tudo que é matéria se acaba, ou melhor, se transforma, pois Deus usa os mundos para renovar a vida.
Mas, se preocupe não, que dá tempo, ainda, de fazer muitas coisas, como arranjar uma namorada, por exemplo, ou encontrar o seu verdadeiro amor, para seguir a estrada, que logo chega ao fim. Ainda temos mais alguns bilhões de anos.
No âmbito da política o apocalipse já chegou. Está no legislativo e executivo, mostrando as suas caras, perdendo as suas máscaras. Tem muito político preocupado com as redes sociais. O povo saiu das amarras dessas emissoras de televisão, compradas, com o nosso dinheiro sofrido, para defender ilusões e “vender gato por lebre”. Chegou até no Judiciário, em alguns órgãos de cúpula.
A política veio contaminar o jurídico. E VIVA O JUIZ DE PRIMEIRO GRAU! Esse faz, de fato, justiça, pois está próximo da “realidade- real” e não julga, apenas, com base na “verdade formal”, que nem sempre é verdade, de fato. A “verdade” do Supremo não é uma “verdade, verdadeira”. Todo mundo vê.
Ma tudo que acontece é causalidade para promover a maturidade do Espírito, que somos todos, desencarnados ( “mortos”) ou encarnados ( “vivos”).
A tarefa é simples: aprender, com qualificação e sentir, com sinceridade. O conhecimento, a verdade, liberta, segundo o Mestre de Nazaré. E como, agora, estamos vendo com uma luz de “cem velas” o que não víamos, com a luz de vinte e cinco, ficamos assustados. Mas a visão ampla nos permite fazer a limpeza geral para que sigamos com mais organicidade. É por isso que, ainda, o “escândalo é necessário”, no dizer do Jesus. Mas, “ai daquele por quem o escândalo venha”, concluiu.
Em tempos de confraternização, de lembrança, daquele que revolucionou o pensamento humano, que sejamos realmente seguidores do Cristo e esqueçamos, um pouco, do brilho das luzes, das fórmulas, das “capas” da ilusão e mergulhemos, a fundo, na sua proposta de vida, vivendo-a.
Que o apocalipse chegue aos nossos corações e mentes, fazendo com que identifiquemos em nós, as mazelas a serem corrigidas, como o orgulho e egoísmo, por exemplo, perdoando e amando, de verdade, pois temos cada vez menos tempo e muita coisa não vale a pena.
Não é bom seguir “pesado” que a caminhada fica difícil.
FELIZ NATAL, sem máscaras.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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