quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Tiros de dentro de cemitério matam jovem de 26 anos em Itaporanga. Polícia apura o caso


Por Redação da Folha – O jovem Marcos Antônio Feitoza Félix, conhecido como Lulinha, de 26 anos, estava sentado na calçada da casa de uma amiga, que fica ao lado da parede lateral do cemitério de Itaporanga, quando foi atingido por dois disparos. O crime foi por volta das 9 horas da noite desse domingo, 5.
            
Um grupo de pessoas conversava na calçada da casa, quando houve os tiros, mas a informação é que ninguém viu o atirador porque ele estava escondido dentro do cemitério e, encoberto pela parede, efetuou os disparos contra o jovem. Um dos tiros atingiu seu queixo, mas ele ainda conseguiu correr alguns metros, quando caiu já sem vida.
            
Marcos residia com um irmão em uma casa deixada por sua mãe, que é falecida, e que fica nas proximidades do local onde foi baleado, no conjunto Miguel Morato, mas costumava frequentar a casa dessa amiga. De acordo com familiares, ele era dependente químico e a morte pode estar relacionada à dívida de entorpecente. “Ele era um menino que não ofendia a ninguém, mas tinha esse vício: a gente sempre orientou ele a arrumar um trabalho e ele tinha vontade de trabalhar, mas não conseguia emprego”, lamentou uma irmã do jovem. O corpo foi encaminhado para exame necrológico em Patos e, depois, será entregue à família para o sepultamento.
            
Após tomarem conhecimento do fato, policiais militares detiveram três jovens por considerá-los suspeitos do crime, mas o delegado ainda vai avaliar se há indícios contra os detidos. Todos negam qualquer envolvimento no caso e dois deles dizem que foram ao local do fato quando souberam do homicídio.

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