sábado, 25 de novembro de 2017

Chegando e Voltando

Chegando e Voltando 
( Reynollds A Cabral)


Sabe leitor, tem gente que pensa que não, mas há um planejamento universal, macro, a reger as nossas vidas. Como estamos submetidos ao fenômeno da causalidade, tudo que nos acontece é reflexo do que somos, do que pensamos e do que fazemos. 

É ditame do “Direito de Deus” tão mal ensinado por uma grande parte das religiões sociais, que definitivamente, não nos liga ao Pai, no dizer de Jesus e, por vezes, implica o distanciamento ainda maior da nossa meta comum, o aperfeiçoamento. 

Muitos cegos, conduzindo cegos.

Somos moradores de uma casa difícil, uma espécie de segunda fase na ordem dos mundos, segundo os imortais. Somos um planeta de provas e expiações. 
Vez por outra a divindade envia alguns “tampas” do saber e do sentimento, como Einstein, Gandhi... e muito mais, com a missão de nos ensinar. O maior deles, sem dúvidas, foi Jesus. Mas esses são professores, tão malbaratados pela incúria humana. 

Esses são espécies de lembradores do que está incito em nossas consciências, pois somos “deuses” em potencial. Os livros tidos sagrados são lembranças do que já sabemos , mas insistimos em nos esquecer, por conta da nossa inferioridade.

A meta da “inteligência suprema do universo, causa primária de tudo” é fazer com que “nenhum só das ovelhas do meu Pai se perderá”. Pense num tempo!
Por vezes ficamos na dimensão espiritual, “descansado” refazendo as forças para voltarmos, novamente, ao plano material, físico por meio da reencarnação , estagiamos por aqui, devido a nossa condição psíquica.

Há, também, mundos felizes, onde o bem o amor, a verdade, a honestidade, a fraternidade, são a Tônica. Para conquistá-los é preciso empenho, esforço, movimentação, obra, compromisso. Há muitas rezas, muitos blá, blá, blás, muitas ilusões e pouca vivência, mas já foi pior. 

A grande verdade é que todos nós estamos nos despedindo diariamente do corpo. Não somos o corpo, mas estamos usando um. A individualidade, o espírito, segue e não tem fim. Durante o curto espaço de tempo em que permanecemos por essas bandas é preciso prestar a atenção, viver e não apenas existir.
Entendeu Leitor?

Muitos chegando, outros tantos partindo
Mas a vida do espírito, definitivamente não tem fim. 
Fica a saudade da presença física,
Mas com a certeza do reencontro
Foi só uma temporária despedida.
Não há fim.

Eu e essa mania de rimar. Um dia aprendo. Mas rimar mesmo rima o “UM AMIGO POETA”, que traz os seus versos por meio da minha amiga Lúcia, lá de Catingueira:
GANGORRA DO ESPIRITO
( Um Amigo Poeta)

A perfeição é um processo lento
Que requer perseverança
Exige dor e sofrimento
Muita fé e esperança.

Pense numa gangorra terna
Que a uma criança diverte
O espírito vive numa gangorra eterna
Onde o nascer se repete.

Estamos sempre indo
Ou estamos sempre voltando
O espírito vai progredindo 
E aos poucos vai melhorando.

É preciso “muitas vidas”
E o nascer parece inédito
Porque apenas numa vida 
Não dá para “pagar o débito”.

Quando alcança o ultimo degrau
Não precisa mais “morrer”
Não veste a roupa carnal 
Pois não precisa mais “nascer”

Eita! Que esse “espírito sertanejo” é um “cabra" da peste” e sabe, de fato rimar. Essa mensagem foi recebida no CEJN de Catingueira, por minha amiga Lucia.



PENSE NISSO! MAS PENSA AGORA MESMO

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