quarta-feira, 22 de novembro de 2017

7 motivos para você excluir de vez o suco de caixinha da dieta

Disponíveis em vários sabores e formatos, os sucos são muitas vezes incorporados à dieta de forma indiscriminada

7 motivos para você excluir de vez o suco de caixinha da dieta

A vida cada vez mais corrida nos faz recorrer a soluções mais práticas. As prateleiras dos supermercados estão repletos de produtos apelativos, como os sucos de caixinha, que muitas vezes são vendidos como a opção mais saudável, principalmente por quem excluiu o refrigerante da dieta.

Disponíveis em vários sabores e formatos, os sucos são muitas vezes incorporados à dieta de forma indiscriminada, contudo, a grande quantidade de açúcar presente neles, principalmente nas versões industrializadas que ainda contém corantes e conservantes, faz com que este produto não seja uma alternativa tão mais saudável assim. Segundo o blog Viva Bem, do UOL, quando consumidos em excesso, estas bebidas podem causar alergias, aumento de peso e até elevação das taxas de açúcar no sangue e sobrecarga do pâncreas e fígado. O ideal é, sempre, olhar para o rótulo e seguir a máxima do "menos é mais": quanto menos ingredientes, principalmente os de nomes estranhos, melhor. Confira os sete motivos listados pelo site para cortar o suco de caixinha da sua dieta - ou pelo menos diminuir drasticamente seu consumo:

1. Excesso de açúcar - Os sucos de caixinha podem ter tanto açúcar quanto o refrigerante - ou até mais, como apontou uma pesquisa do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do
Consumidor) de 2014. Os néctares, mais baratos e populares, são compostos em sua maioria por água, açúcar e aditivos químicos.

2. Fruta praticamente não existe - A legislação brasileira exige que os sucos de caixinha tenham uma concentração mínima de suco entre 30% e 40%. O grande problema é que os produtos, pricipalmente os néctares, possuem a concentração mínima. Os restantes 60% a 70% são compostos de corantes, conservantes, açúcar e água que, quando consumidos em excesso, podem causar alergias e prejudicar o funcionamento do organismo.

3. Sabor nem sempre vem da fruta - Muitos sucos de determinadas frutas possuem outras na composição, para baratear os custos. É o caso de alguns produtos de uva, que possuem maçã em sua composição.

4. Concentração de calorias - Mesmo os sucos naturais possuem muita concentração de sumo. É só parar para pensar: você normalmente não consome 5 laranjas, mas um copo de suco pode, facilmente, ter essa concentração em um copo. Isso significa que existe uma concentração de frutose no copo, além da perda de fibras presentes naturalmente nas frutas, o que ajudaria a retardar a absorção da frutose pelo sangue. Somado a isso, muitos sucos ainda são adoçados com açúcar, tornando a bebida uma verdadeira bomba calórica. Sucos causam picos de glicemia no sangue, o que compromete a saciedade e contribuem para o desenvolvimento de diabetes.

5. Melhores opções - Se você não resiste a um suco, a melhor opção é investir nos chamados sucos integrais, com a inscrição "100% suco" no rótulo, sem adição de açúcar, corantes ou outro ingrediente. Normalmente eles são vendidos em vidro escuro.

6. Crianças com menos de 1 ano não devem beber suco - Uma nova diretriz lançada pela Academia Americana de Pediatria e reforçada pela Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o consumo de sucos (naturais, vale ressaltar) apenas a partir do primeiro ano de vida. A ingestão deve ser limitada, no máximo, a 120 ml diários para crianças de 1 a 3 anos de idade, a 175 ml para crianças de 4 a 6 anos de idade e a 250 ml dos 7 aos 18 anos, dentro da ingestão diária recomendada de 2 a 2 ½ porções de frutas por dia. Mas sempre vale ressaltar que o ideal é que as crianças comam a fruta e bebam água.

7. Sucos light nem sempre são melhores - Sucos light normalmente possuem uma elevada quantidade de sódio e adoçantes, para compensar a diminuição do açúcar, além de serem repletos de corantes e conservantes. Apesar de serem menos calóricos, estes sucos não um alternativa mais saudável e os adoçantes podem estar associados ao desenvolvimento de resistência insulínica (condição pré-diabetes).

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