terça-feira, 17 de outubro de 2017

Partiu José Augusto de Carvalho

E Quando a Morte Chegar?

PENSE QUE FOI UM “ATÉ LOGO”
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E Quando a Morte Chegar?
(Reynollds Augusto)
 
Essa é uma pergunta leitor que merece reflexão, pois ela chegará e não tem jeito. A grande verdade é que já existe, naturalmente, uma grande fila organizada, só não sabemos qual de nós está na frente.
 
É que quando reencarnamos ou nascemos o corpo já começa a morrer. A temporada por aqui é curta, sendo preciso seguir prestando atenção no hoje, no aqui e agora, nos nossos, nos detalhes simples da vida. Como diz o poeta Roberto Carlos “é preciso saber viver”. Muitos de nós existimos, mas poucos aprenderam a viver.
Esse é um testemunho inevitável sendo preciso entender o processo da vida que não foi “concebida”, com realidade, pela maioria das religiões da ilusão, que produz cegos que conduz cegos. Alguns “cegos”, de olho do seu dinheiro e aproveitando-se da sua fragilidade. São os novos “vendilhões dos templos”.
 
Deus não precisa da sua grana, ele é dono do universo. O que ele quer é o seu despertar, o seu empenho na transformação interior, moral e da sua mão para enxugar as lágrimas do próximo e realizar em si a mudança que queremos para o mundo. Isso me lembra a parábola do bom samaritano, quando Jesus, o mestre dos mestres, deu a dica de que o homem precisa para encontra “O Reino de Deus”….
 
“Vai tu e fazes o mesmo…”
 
O dízimo não é você dar dez por cento da sua grana para alimentar o bolso de muitos que se aproveitam de sua dor, das suas provas, dos seus desafios. O dízimo é você dar um pouco de si para ajudar a humanidade a sair do sono profundo da ilusão. Deixaremos o corpo e seguiremos comprometidos- ou não- rumo á evolução. O corpo morre, o espírito se liberta.
 
Essa semana foi corrida. Ontem voltei de João Pessoa, de madrugada, para resolver assuntos particulares e hoje estou voltando novamente para despedir-me do meu Tio José Augusto de Carvalho Neto. O tio Zé Neto.
 
A sua ex-esposa, Terezinha de Carvalho, mulher de valor, telefonou-me comunicando do seu desencarne. Conduzirei Maria José, a sua irmã mais nova, a caçula e ultima de uma geração, que conta com sessenta e dois anos de idade. Ela mito chora, pois era ( é) o seu irmão preferido.
 
Sei que ele não mais está lá, no corpo, mas essa despedida é simbólica, pois fecha um círculo. Vou dar um abraço nos primos, hoje todos pais de família, homens guerreiros que, com seus esforços, ganharam um lugar ao sol.
 
Tudo isso me faz relembrar o grande pensador PITÁGORAS:
 
“ Uma vida na carne não é mais que um elo na longa cadeia da evolução da alma.”
 
Ainda bem que somos imortais e estamos todos passando rumo ao aperfeiçoamento com nossos erros e acertos, boas e más escolhas. Não somos maus, erramos por ignorância e quando não nos empenhamos na busca da verdade, causamos danos emocionais aos nossos. O perdão é a força da libertação, disse Jesus.
 
Na verdade ninguém morre, desencarna. Morre o corpo e isso está acontecendo comigo e com você nesse momento. Nada que possuímos é nosso, somos administradores das riquezas de Deus e o dono nos pedirá conta da nossa administração, no tempo de cada qual.
 
Nossos mesmos só os sentimentos e conhecimentos que são patrimônios inalienáveis do espírito, que sempre segue.
Para morrer, basta encontrar-se vivo.
 
É claro que há “uma ordem dentro da desordem” e uma jurisdição divina, que rege as nossas vidas e que alcança a todos, não tem jeito. “Tudo está certo”, pois tudo é aprendizado e o gestor da vida não está cochilando como se pensa. O corpo morre, o espírito segue a sua imortalidade. Não duvide leitor!
 
Ao tio Zé Neto as minhas mais sinceras vibrações. As minhas preces, para que se restabeleça o mais rápido possível, dos seus últimos momentos, que foram difíceis. Quando o corpo já não tem mais condições é necessário deixá-lo para seguir.
 
Tenho certeza de que os seus pais, que foram na frente, Antônio Augusto e Maria Perpétua, receberam-no. É sempre assim, quando estamos para desencarnar os nossos parentes vêm ao nosso encontro, à entrada no mundo dos espíritos, a nossa verdadeira morada. É bom aprender a viver sem ilusões.
 
Ao Tio Zé Neto, um “até logo” ele foi agora, estamos indo logo depois, pois o tempo é ilusão. O corpo morre mas a vida segue.
 
QUE VÁ EM PAZ!
 
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

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