domingo, 3 de setembro de 2017

Primos apostam na criação de galinha caipira como alternativa de renda, no Vale do Piancó


O criatório dos primos, Alex Junior Arruda e Rodrigo Macedo Arruda fica no sítio Saquinho, localizado a cerca de 3 quilômetros do centro de Conceição. No galpão eles criam cerca de 300 cabeças de galinha caipira. O que era uma experiência, vem dando certo para os dois primos.

Inicialmente a ideia dos dois é vender a galinha no comércio local, mas como o negócio já dá sinais de que vai ter um resultado favorável, os criadores já pensam em aumentar os galpões e as cabeças de galinhas no criatório.

De acordo com o criador, , Alex Junior, dependendo da genética, a galinha começa a ser vendida em média com 80 dias de nascida. Segundo ele, com essa idade, a galinha já consegue atingir três quilos.

As primeiras 150 cabeças já chegaram há cerca de 50 dias. O segundo lote já tem cerca de 30 dias. Conforme explicou o criador, a primeira remessa já começa a ser vendida ao preço que varia entre 27 e 30 reais por cabeça.

A criação de galinha caipira é um setor que vem ganhando espaço no mercado brasileiro. Por ter uma carne mais dura e saborosa que a da galinha de granja, aguça os paladares
dos consumidores e consequentemente aquece as vendas. É uma criação que não requer muitos cuidados e controle como a criação de granja, é mais barata e necessita de menos mão de obra, no entanto, demora mais tempo para ser terminada.

Os frangos são criados em poleiros ou galpões de piso de cimento ou terra batida, forrados com cama de maravalha ou palha de arroz. Os galpões podem ser feitos de madeira, tela de arame ou bambu, de acordo com a criatividade do produtor, desde que proteja os animais do frio, do sol e de predadores. A utilização de materiais alternativos é amplamente incentivada, principalmente se a criação for de pequeno ou médio porte.

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Vale do Piancó Notícias

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