domingo, 10 de setembro de 2017

Chefe da Defesa Agropecuária trata como calamidade situação da carne em Itaporanga e Piancó

Por Redação da Folha  - O chefe da Defesa Agropecuária, órgão ligado à Secretaria de Agricultura do estado, Antônio Farias, disse que, desde o fechamento dos matadouros públicos de Itaporanga e Piancó, além dos de outras cidades regionais, por determinação da Justiça a pedido do Ministério Público por supostas irregularidades, a carne comercializada e consumida nesses municípios não é fiscalizada, o que representa um grave risco à saúde pública, conforme ele.
            
Farias disse que essa é uma situação de calamidade em face dos abates clandestinos, realizados geralmente em áreas rurais e sem qualquer inspeção sanitária, mas observa que os próprios marchantes são revoltados com essa situação, porque o que eles querem é que o poder público disponibilizasse matadouros adequados para que possam trabalhar dentro da lei e cumprindo todos os protocolos de higiene.
            
“Ainda bem que hoje Itaporanga tem um grupo de marchante marchantes honestos, mas se pegar algum marchante desonesto, provavelmente ele trará para nossas mesas produtos contaminados e que não podem  ser consumidos pelo ser humano, mas só o fato desses animais serem abatidos no mato já pode provocar problemas para a saúde do consumidor”, argumentou Farias, ao conclamar a população a cobrar das autoridades públicas a construção de novos matadouros para resolver definitivamente esse problema.
            
No caso de Itaporanga, há anos que um novo matadouro deveria ter sido construído em função das irregularidades detectadas no velho abatedouro municipal, que permanece fechado, e uma obra foi iniciada na gestão passada, mas está parada e ninguém sabe quando será concluída.

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