quinta-feira, 24 de agosto de 2017

ADELITE CRIZANTO


Nasceu na cidade de Barro, Ceará, quando seus pais, fugindo da revolução de 30, foram morar por um ano no vizinho estado. Era o dia 24 de agosto de 1930. Filha do casal João Crizanto e Alice Brunet Crizanto, Adelite foi à quarta filha do casal e tinha como irmãos: Hidemburg Brunet Crizanto, Nadir Brunet Crizanto, João Batista Ramalho Crizanto, Brunet Ramalho Crizanto, Terezinha Brunet Crizanto, Elza Brunet Crizanto, Ilma Brunet Crizanto e Maria Alice Brunet Crizanto, mais conhecida como Mará e que é a esposa de Dr. Joaquim Vieira Diniz. Adelite só nasceu em Barro, nem registrada foi, deixando para o fazerem quando os ânimos foram serenados e a família voltou para Misericórdia. 

Adelite Brunet Crizanto, estudou, quando pequena, no grupo Simeão Leal, onde fez o primário e começou o Curso Normal no Colégio Cristo Rei, na cidade de Patos, mas depois retornou a Itaporanga para continuar os estudos no Colégio Padre Diniz, onde concluiu o curso de normalista. Formou-se professora no ano de 1951 e logo em seguida foi nomeada pelo governo do estado para lecionar na cidade de Diamante, ficando lá por um ano, depois, conseguiu a transferência para Itaporanga, onde ensinou por muitos anos no Simeão Leal. Devido o seu talento para trabalhar com crianças foi convidada por uma coordenadora de ensino da Secretaria da Educação, chamada Rosilda Cartaxo, para fazer uma especialização em alfabetização de crianças em João Pessoa, na Escola de Professores da Capital, terminado esse curso, ela voltou a Itaporanga onde começou a ensinar, numa sala especial, chamada Jardim da Infância e que funcionava na prefeitura municipal e foi de lá que muitos itaporanguenses foram alfabetizados por ela. Continuou na alfabetização de crianças até quando se aposentou no ano de 1984.


Adelite também foi catequista por muitos anos na paróquia de Nossa Senhora da Conceição, ajudando assim a catequizar muitas crianças. Adelite faleceu no dia 16 de maio de 2007 no hospital da UNIMED em João Pessoa. 

Com seu Jardim de Infância encaminhou os jovens da minha época em seus estudos, enquanto nos ensinava bons modos que futuramente, nos tornariam aptos a sermos bons cidadãos, inclusive eu, fui um de seus pupilos. “Que saudades da professorinha... Que me ensinou o be-a-bá...”

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