segunda-feira, 10 de julho de 2017

Major fala sobre operação que frustrou explosão a banco em Aguiar e exibe materiais apreendidos

Por Redação da Folha – Há menos de três meses no comando do 13º Batalhão de Itaporanga, o major Élder Ribeiro está vivenciando, junto com alguns dos seus comandados, um dia intenso neste sábado, 8, mas certamente gratificante. Ele esteve pessoalmente à frete da operação policial, que, pela primeira vez, conseguiu impedir uma explosão a banco na região e mais: apreendeu todo o material que seria utilizado pelos criminosos, além do veículo onde eles estavam, provavelmente cinco elementos.
               
“Temos feitos rondas durante a madrugada pelas estradas e cidades e hoje nos deparemos com esse veículo, que não obedeceu a ordem de parada, e houve disparo contra a viatura, o que nos levou a uma reação, e, apesar de até o momento nenhum deles ter sido ainda preso, conseguimos uma vitória que foi apreender o carro e todo material que eles carregavam para utilizar na explosão, possivelmente da agência bancária de Aguiar, para onde se dirigiam quando  foram interceptados”, comentou o major. 

O carro utilizado pelos criminosos é um Corolla preto, com placa (MZE-9234) de Parnamirim, Rio Grande do Norte, que foi alvejado pelos policiais, forçando os criminosos a abandonarem o veículo e fugirem a pé pelo mato. “É provável que um deles esteja ferido e as diligências prosseguem para tentar captura-los”, disse Élder. 

A ação policial foi na rodovia PB-366, em trecho que cruza o sítio Pé Branco, a 10 km da cidade de Aguiar. A única agência bancária local, a do Bradesco, já foi estourada três e
provavelmente seria uma quarta se não fosse a ação da polícia. “Trata-se de um grupo de criminosos organizado, profissional e que certamente já realizou inúmeras ações contra bancos no Sertão, e a prova disso é o material encontrado dentro do carro”, comento u o major. 
                
No interior do veículo, foram encontrados sete baldes com grampos, que são jogados na estrada pelos criminosos durante a fuga para impedir o avanço das viaturas, que terminam com os pneus furados; dez bananas de dinamite; tocas para encobrir o rosto, roupas, redes, bolsas, lanternas, alavanca, faca especial e algumas balas de grosso calibre. "A quantidade de dinamites que estava em poder do grupo era muito grande e com um poder de exposão bem expressivo, certamente produziria um grande abalo na cidade", argumentou o comandante do batalhão.

O carro, cuja procedência ainda está sendo investigada e todo o material, foram encaminhados pela PM para delegacia de Itaporanga, onde as investigações serão iniciadas. “Quando a gente passou pela cidade de Aguiar a população aplaudiu, e pessoas vieram nos parabenizar porque disseram que não aguentavam mais tanta explosão contra o banco”, disse o major, ao demonstrar contentamento com sua tropa pela importante ação realizada. Fotos: major durante passavem pela delegacia, onde foram deixados os materiais e veículo apreendidos durante operação.

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