sábado, 8 de julho de 2017

GALEGO ADELSON


Não é propriamente urna biografia o que pretendo fazer em memória a Adérson Henriques Chaves, apenas relatar que é filho de Francisco Henriques Nelson, em saudosa memória e de dona Lili Henriques. Nasceu na fazenda Castelo no distrito de São Boaventura, á época pertencente a Itaporanga - Paraíba, no dia 08 de julho de 1950.

Passou parte de sua vida residindo na fazenda e em Boa Ventura, vindo junto com seus pais e irmãos residir em Itaporanga no ano de 1962, quando iniciou seus estudos numa escola particular de Mércia Felinto, em seguida estudou na Escola Paroquial, sendo sua professora Tereza Neuma, enquanto era tido corno destaque de uma obra fenomenal a elevação das paredes do ginásio Diocesano Dom João da Mata, foi aluno do referido estabelecimento de ensino por todo período do primeiro grau. Onde foi um dos fundadores da Banda Filarmônica Cônego Manoel Firmino, terminando o primeiro grau partiu para Campina Grande e fez seus estudos secundários no Colégio Estadual bairro da Prata, frequentou o cursinho do Colégio Juraci Palhano e no ano de 1973, em nova arrancada, consegue uma vaga no curso de Química Industrial na URNE, chegando até o 5° período. 

Foi presidente da Associação Universitário de Itaporanga – AUI, promovendo a 5° festa universitária local. Fez vários eventos, mobilizando a classe estudantil de Itaporanga e de toda região. Quem não conhecer Adérson Henriques Chaves, o filho, o irmão, o amigo sempre otimista, sempre espontâneo, distribuindo alegria, colorindo a vida nas 24 horas do dia. 

Com apenas 26 anos de idade tombou no campo da batalha da vida em pleno vigor da mocidade, quando a vida é mais colorida de beleza e alienação. Nem pôde ver a longa estrada que percorria. Só Deus, um amigo e um desconhecido por testemunhas. Era 20 de julho de 1976, a comunidade perdia um membro e a família Henriques Chaves um tesouro incalculável. Hoje a saudade é sentida pelo poder da lembrança de todos os que tiveram o privilégio de sua amizade. Só resta dizer “muito obrigado” e que Deus conserve na sua paz, aquele que soube tão bem viver a vida e merecer a confiança de todos os que rodearam o admirável coração que Adérson possuía.
Mazinha Henriques - Itaporanga, dezembro de 2015

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