domingo, 30 de julho de 2017

Em Itaporanga, cardiologista faz alerta preocupante sobre a situação dos hospitais do estado


Por Redação da Folha – Do interior à capital, a pessoa que sofrer um ataque cardíaco e não tiver condições financeiras para ser levada a um hospital particular dificilmente escapará da morte, porque os hospitais públicos do estado hoje não têm remédio para o tratamento do enfarte agudo do miocárdio. Além da falta de medicamento apropriado, faltam também estrutura clínica, técnica e especialistas. O alerta foi feito pelo cardiologista Ademar Segundo em entrevista nesta quinta-feira, 27, em Itaporanga.
                 
Conforme o médico,  é lamentável e preocupante que a doença responsável pelo maior número de mortes súbitas na Paraíba não tenha tratamento adequado na rede pública de saúde, destinando milhares de pessoas ao óbito, quando poderiam ser salvas se houvesse investimentos do governo no atendimento cardiológico. 
                
O cardiologista, que atende em Itaporanga, disse que constantemente pega pacientes precisando de uma interação urgente, mas não tem o que fazer, pois a rede pública é deficitária no atendimento ao cardiopata e poucas famílias têm condições de custear um tratamento em um hospital privado. “Falo isso como alerta e fico muito triste com essa situação”, comentou.

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