sexta-feira, 28 de julho de 2017

Dois adultos jovens foram sepultados nesta quarta-feira no cemitério de Itaporanga


Por Redação da Folha – A morte nunca é bem vinda, mas quando tira a vida de pessoas ainda novas se torna mais inaceitável, principalmente para os filhos pela orfandade prematura. Nesta quarta-feira, 26, um pai de 42 anos e uma mãe da mesma idade foram sepultados no cemitério de Itaporanga.
                
O primeiro enterro foi do funcionário público municipal Egrinaldo Abílio de Almeida, conhecido como Dadá, de 42 anos, que deixa esposa e dois filhos. Ele residia na Praça Balduino de Carvalho e faleceu nessa terça-feira ao dar entrada no hospital depois de sofrer um mal súbito. Centenas de pessoas acompanharam seu sepultamento.
                
O outro enterro, à tarde, foi da empregada doméstica Jeane Galdino Gonçalves, também de 42 anos, que residia em uma casa em uma setor urbano conhecido como Beco do Mandaú, no centro de Itaporanga. Ela, que era casada, deixa três filhos, dois dos quais ainda adolescentes.
                
Bastante humilde, a mulher serviu em várias casas de Itaporanga durante muitos anos e estava doente há alguns dias. Faleceu nessa terça-feira no hospital regional de Patos, para onde foi levada depois que seu problema foi agravado, mas não teve jeito. Foto: familiares e amigos no enterro de Jeane Galdino.

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