quarta-feira, 28 de junho de 2017

O que fazer? O que deve ser feito. “Sim, sim; não, não”

O que fazer? O que deve ser feito. “Sim, sim; não, não”
(Reynolds A Cabral)

Sabe leitor, segundo o professor  Kardec, um dos discípulos  do grande educador Pestalossi, o pedagogista suíço e educador, que foi pioneiro da Reforma Educacional, e que muitas vezes substituíra esse  renomado pedagogo, por excelência,   na aplicação das aulas revolucionárias, a humanidade está carente de educação.

Mas não da educação que  instrui, apenas, formando “instrumentos” profissionais, mas sim daquela educação que forma o homem de bem. O  Brasil está carente desse tipo de educação. Por isso tantos desequilíbrios nas esferas de poder e do povo, no geral.

 Kardec, também, foi o codificador da Doutrina Espírita e não tenho dúvidas de  que houve grandes bates-papos, entre os dois,  sobre esse tema, da vida após a morte. Duas excelentes mentes brilhantes.

Para o estabelecimento da melhor convivência das relações é preciso que o Estado crie leis. normas, regras, objetivando  que os  nacionais e a população , de um determinado Estado,  possam viver em harmonia ,sob pena de gerar desequilíbrios. A nossa Constituição é a lei das leis, com nortes principiológicos e com ditames gerais para uma vida social sadia.

Quando um dos seus membros, do mais simples cidadão ao presidente da nação, fere esse contrato de bom comportamento  social, é preciso acionar o Direito para dar o devido “puxão de orelhas”, com resposta eficaz, sob pena das regras serem  malbaratadas pelo todo, pois o povo é um observador pertinaz e quem errou, senão pagar pelo seu erro, não aprenderá a lição.

 Se a execução da reprimenda não alcançar os “poderosos”, o povo, gênese de todo poder, fica desconfiado e começa a quebrar as regras desconfiando do sistema.

A moral é bem mais ampla  do que o Direito, pois é com base nela que o individuo  se forma e segue aprendendo a dizer “sim, sim; não, não”, como disse Jesus, o mestre dos mestres. Sem essa formação moral, com base na educação, vamos perdendo  a noção do certo e do errado e seguimos desatentos, equivocados, passando por cima dos direitos dos demais. Quando a “norma agendi” não é eficazmente efetivada, não nos educamos.
Lá em casa, a minha linda mãe, educou-nos para que pudéssemos sempre realizar o melhor, o que fosse certo. Ensinou-nos  a sempre  dizer “sim, sim; não, não”. Mas, tinha como auxílio o “direito doméstico” e sempre deixava á mostra um instrumento de execução que não falhava uma corda, pendurada no armador da frente, na porta de entrada  e quando a educação não funcionava, a sua sanção era eficaz, nada de “pena alternativa”, na primeira surra de corda nunca mais se esquecia  a lição  e  saíamos preparados para seguir bem. Não tinha jeito. Hoje, todos,  mulheres e homens de bem.

Primeiro educar, pois o ato forma o cidadão para o bem do Estado. Depois, não tem jeito, o “puxão de orelhas, senão o povo passa a desconfiar  das leis e das instituições.

“Sim, sim; não,  não.

PENSE NISSO! MA PENSE AGORA MESMO, PENSANDO DIREITO

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