quinta-feira, 15 de junho de 2017

O Forró no CAPS de Itaporanga é Bom Demais

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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O Forró no CAPS de Itaporanga é Bom Demais
(Rey Auca)



No mês de junho o sertão fica diferente, pois é o mês das festas, da alegria, do milho verde, das pamonhas, das canjicas, do forró e das inúmeras quadrilhas juninas. O nosso povo fica feliz, como é sempre feliz morar no interior. Dá uma satisfação “da peste” e quando o sertão fica pintado de verde, depois de longos anos de estiagem, o céu vem á Terra.
Primeiro começa com o tradicional São João do BNB Clube. E este ano foi forró pé de serra “para mais de mil”, com os Três do Nordeste e o poeta Saulo Lacerda. Esse sabe das coisas. É La, no BNB, onde se dá o ponta-pé inicial para o principio da alegria.
Depois uma longa caminhada: Boa Ventura, Diamante... e ainda tem o João Pedro de Pedra Branca. O prefeito daquela cidade está preparando um “arraia” da “gota serena”. “Quem não gosta de forró, bom sujeito não é”. Parodiando o sambista.
Mas ontem eu fui ao “arraiá dos Caps” de Itaporanga. Muitos usuários e inclusive a minha tia que depois de participar desse projeto do governo federal melhorou e muito a sua maneira de encarar a vida e segue como menos gravidade. Só quem tem em casa algum parente nesse estado sabe do que eu estou falando. É claro que com o agravante dos processos obsessivos, que o Estado e a comunidade acadêmica atual ainda não despertaram, mas isso é fruto do tempo e cada tempo com as suas conquistas.
Vez por outra um profissional da área, que estuda a Doutrina Espírita, tendo um elemento a mais de compreensão consegue aplicar os dois tratamentos e assim a cura ou a estabilização psíquica fica mais visível. Têm muitos “doidos” nos manicômios que não são doidos coisa nenhuma.
O Caps é o Centro de Atenção Psicossocial e tem um objetivo nobre que é substituir os famigerados hospitais psiquiátricos, hospícios ou manicômios, sendo feitos atendimentos intermediários, que pela dedicação, compromisso e amor dos seus servidores propiciam tal equilíbrio que, quase sempre, o usuário não precisa de internação.
A equipe é multifuncional e realiza, de fato, a implemento da saúde mental, nem sempre plena, pois a maioria desses “pacientes” são espíritos compromissados com a vida retornando ao proscênio terrestre para “quitar os seus débitos”, pois tudo na vida é causalidade e jamais casualidade.
Segundo o grande Einstein “Deus não joga dado”.
Mas foi uma tarde/noite especial cheia de alegria e muito forró. Com comidas típicas. Os usuários todos caracterizados para o ponto chave da noite, que foi a quadrilha junina, arrancando sorrisos e aplausos da vizinhança.
A marcadora da quadrilha é a “maestra” do espetáculo mais animada que já vi. Minha tia saiu feliz, como sempre volta feliz da unidade Caps, de Itaporanga .
E VIVA SÃO JOÃO E SÃO PEDRO!
Parabéns.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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