sábado, 24 de junho de 2017

O Dia de São João Foi Atípico. Muito forró na "Garagem Show"

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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O Dia de São João foi atípico. Muito Forró na Garagem Show
(Reynollds Augusto)

Sabe leitor, o dia 23 de junho foi um dia atípico. É que a saí da rotina. A rotina, também, é uma forma de aprendizado, pois a repetição nos deixa craques no que estamos dispostos por fazer. Pode ser bom ou ruim.
Bom, pois a repetição nos fixa nos compromissos imediatos, pontuais, a que todos estamos submetidos, nessa vida física que “escorre pelas mãos”. Já, já, seremos todos “história”, pois o tempo, segundo uma das mentes mais brilhantes, que já surgiu por essas bandas, Einstein, nem existe, sendo ilusão. Sem prestar atenção nisso a maioria dos homens apenas existe, mas não aprende a viver.

Ruim, pois vez por outra é preciso sair do “mesmismo” e fazer diferente. É uma forma de recarregar as baterias. Duvide não?

Quem tem “filha mulher” vive numa pressão danada. Mangue não! Ainda bem que as minhas filhas são “cabeças”. Isso foi muito as teses espíritas, que e Jesus “qualificado”, nos permitindo o entendimento do “Direito eficiente” e o estudo do evangelho no lar, que são cursos que ensinam a bem viver. Tem gente que passa vida, dentro de casa, com a família, os filhos, desconhecidos. Não há mais conversas familiares. Aqui em casa o fazemos na hora do evangelho todos os domingos pelas 17 horas. A presença é obrigatória e de lei. Aprendemos muito. Usamos “O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”, que são as partes morais, retiradas do Evangelho de Jesus, com a explicação dos imortais para uma vida feliz. Experimente leitor. Estamos todos nos despedindo um do outro.

É preciso a saber dizer “SIM, SIM; NÃO, NÃO”. Né não, leitor?

Quem disse isso foi um “tampa” do conhecimento, nosso irmão maior Jesus, o de Nazaré. Aquele, que foi assassinado no maior juízo de exceção que essa humanidade já experimentou. As nossas fugas psicológicas justificam que ele “morreu para nos salvar”. Isso é balela leitor, mas se compreendemos além das letras, pode até ser decodificado, pois, mesmo sabendo, que ia ser assassinado, veio, para nos ensinar o amor e a verdade a essa humanidade atrasada.

Nada de novo no ar, as suas propostas de vida devem nortear o cidadão e o Estado. Só assim haverá equilíbrio e Justiça Social. É que, infelizmente, somos cristãos sem Cristo e os condutores dessa proposta de vida distorceram a sua proposta de raiz, daí a vinda da Doutrina Espírita para botar os “pingos nos ís”. É que temos muitos “ministros” da ilusão. E como são “cegos que conduzem cegos”, todos vão ao fosso.

Mas, ontem, fui deixar a minha gêmea mais nova , dois minutos apenas, na cidade Sorriso, Sousa. A cidade que me trouxe muitas felicidades ao tempo da academia. Dei uma andada pelo centro. Sousa ta diferente, como tudo, pois a vida é progresso, mudança. Não mais os amigos de outrora, não mais a dinâmica daqueles momentos. É que tudo é impermanente e nada fica para permanecer. Só o espírito imortal, que somos nós, usando corpos físicos, segue adiante, sem jamais fenecer, mas com mais experimentações e aprendizados.

Confesso a vocês que estava preocupado. Mas fiquei mais contente quando conheci a família no namorado da minha gêmea morena. Uma mãe excelente e um Pai gente da gente. É que nossos filhos não são os nossos filhos e estão passando, também. O que é preciso, leitor, é educar, prepará-los para a vida, formá-los cidadãos de bem. Não tem jeito. É preciso tratá-los como uma pipa, dar uma cordinha, mas puxá-la para nós, no tempo das tempestades.

A outra, a mais velha, dois minutos, a galega, que infelizmente “ruivou”, está na cidade de Patos, com seus amigos e colegas de faculdade, pois dançar forró alimenta a alma. Outra preocupação, mas com a tecnologia de hoje dá para ficar monitorando. É que essa turma tem muita energia, própria da juventude, mas não tem experiência, sendo preciso estar atento.

Mas aqui em casa, na garagem, eu fiz a minha noite de forró, com “Calcinha Preta e os Três do Nordeste”, muitas pamonhas e canjicas e um “forró da peste” com o meu amor. “Voltamos para casa” uma hora da manhã.

Hoje é o ultimo dia de festa na linda cidade de Boa Ventura. Em dezembro a administração faz dela a “cidade luz” e por esses tempos, o maior “arraia” do Vale, com temas próprios da festa. Sem falar que vou levar a minha sogra “Naná” para treinar o seu forró. Disse que pagou caro para aprender a dançá-lo e precisa demonstrar a sua técnica. Quem não vai gostar muito é o seu saudoso esposo Lázaro, no mundo dos espíritos. Mas, dançar não faz mal a ninguém. Né não?

Saia da rotina e dance muito forró.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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