quarta-feira, 14 de junho de 2017

Gilmar não poderia presidir sessões do TSE e absolvição de Temer deve ser anulada! Saiba por que e compartilhe


No vídeo acima, o deputado federal Gláuber Braga (PSOL-RJ) explica que, independentemente do resultado do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE, esse processo deve ser anulado. Na verdade, como Dilma Rousseff (PT) já estava cassada, votação no TSE (4 a 3 pró absolvição) foi só para beneficiar e dá fôlego a Michel Temer (PMDB), denunciado em numerosos escândalos de corrupção, sem qualquer popularidade e prestes a ser enxotado do Planalto pelo povo.

Gláuber Braga justifica sua tese com o argumento de que o ministro Gilmar Mendes, que presidiu as sessões, estaria impedido de fazê-lo pelo Código de Processo Civil/73. Mendes é declarado amigo pessoal de Michel Temer, julgado e beneficiado no caso, o que quebra a imparcialidade de um juiz exigida em qualquer julgamento.

O deputado do PSOL destaca que o Art. 135 desse CPC diz que:

Reputa-se fundada a suspeição de parcialidade do juiz, quando:

I – amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes.

Em seguida, o deputado cita que Gilmar Mendes, quando viajou no avião presidencial ao lado de Michel Temer, declarou:

“Tenho relações de companheirismo e diálogo com Michel há mais de 30 trinta anos”.

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