segunda-feira, 26 de junho de 2017

A Delicada Questão dos Julgamentos

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO,PENSANDO DIREITO
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A Delicada Questão dos Julgamentos
(Reynollds A Cabral)

Sabe leitor, eu estou cada vez mais convencido de que foi acerto trazermos para o Vale do Piancó, o modelo de propagação da tese espírita, que é Jesus de volta, pela fórmula do ERESP: Encontro Regional Espírita do Sertão Paraibano, na sua XVI versão.

Nascera na cidade de Patos e será executado em Agosto dos dias 05 a 20 . Será o amor e a verdade em movimento nas coordenadorias do Sertão. O tema central é “O SEMEADOR SAIU A SEMEAR”. Muito sugestivo para os dias em que vivemos.

Patos sempre sai á frente nessas idéias de luz. É que a Doutrina Espírita precisa sair da casa espírita, para ir às praças, ás escolas, ás instituições, ao povo, á vida comum. São proposições filosóficas, científicas e morais, como base no alvitre do evangelho do mestre, para que se forme uma vida feliz.

Não tem jeito, é o Consolador Prometido por Jesus, o maior espírito que já veio por essas “bandas” e que tem a missão de nos conduzir para um encontro consigo próprio, enquanto estamos a caminho.

O sub-tema do Cesb-Espírita da cidade de Boa Ventura é rico: "A delicada questão dos julgamentos”. Está baseado naquela passagem evangélica, em Mateus que diz:

“Hipócritas, tirais primeiro a trave do vosso olho e depois, então, vede como podereis tirar o argueiro do olho do vosso irmão”, que também tem relação com a semeadura.

O Evangelho de Jesus é um complexo de vida, sendo um sistema onde sempre um tema está ligado ao outro.
É preciso semear equilíbrio para não colher os ventos as discórdias desarrazoadas. Isso tá em Mateus ,cap VII, 5. Espie leitor.

A grande verdade é que nós, no geral, somos descredenciados legalmente para o julgamento, pois, como somos atrasados julgamos com a nossa impiedade. É por isso que a Constituição Federal, uma espécie de “Bíblia do cidadão”, só atribuiu ao juiz natural o dever de julgar, com Justiça e as provas dos autos.

Julgar fazendo justiça é atributo de todo órgão julgador. Sem falar que o juiz natural, também será julgado pela Justiça Natural, a de Deus, uma jurisdição universal, que a todos alcança, no tempo certo, pois ele, o tempo, é ilusão e nem existe, segundo Einstein. É uma missão o ato de julgar.
Segundo Joana, uma mulher que sabe das coisas:

“ A delicada questão do julgamento é dos mais complexos desafios que enfrenta a psicologia profunda, em razão dos inúmeros fatos que se encontram subjacentes no ato, quase sempre perverso de medir a conduta de outrem com recursos nem sempre próprios de ética, justiça e dignidade.”

Se tivermos que julgar, julguemos a nós próprios e nos sentenciemos á mudança de diretriz, de renovação de sentimentos, á efetiva ação no bem geral, aplicando o amor e desfazendo o que fizemos de errado.

Façamos que fazia o grande Santo Agostinho quando esteve aqui na Terra, para a sua renovação: Todas as noites, antes de dormir, ele passava em revista, sob reflexão, os seus atos e pensamentos e identificando algum erro, no outro dia tentava desfazer o mal praticado e assim, paulatinamente, ia mudando e depurando a sua vida, encontrando a satisfação interior, que é a real felicidade.

Esse é o dever de todo cristão, melhorar-se cada vez mais. Realizar o céu dentro de si, pois, segundo Jesus, é ai que o Reino de Deus está. Não é um local, é um estado interior.

Sejamos duros conosco. Aos outros, deixemos que o juiz natural os julgue, nos casos concretos, pois eles foram preparados para isso, com base nos princípios constitucionais e no real empenho de fazer justiça.

Para finalizar vale outra dica da veneranda:

“ Diante dos julgamentos direcionados pelos sentimentos servis e dos julgadores sistemáticos, considere-se, pois, como cuidado a severa advertência do homem de Nazaré: “ Hipócritas, tirai primeiro a trave do vosso olho e depois, então, vêde como podereis tirar o argueiro do olho do vosso irmão”

PENSE NISSO! MA PENSE AGORA MESMO, PENSANDO DIREITO

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