segunda-feira, 29 de maio de 2017

Os Trabalhadores a Última Hora. Deixemos de Preguiça!

1P Nisso e DireitoPENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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Os Trabalhadores a Última Hora. Deixemos  de Preguiça!
(Reynollds Augusto)
Sabe leitor, todos nós somos os trabalhadores da última hora, sendo preciso que trabalhemos com afinco. O mestre Jesus já disse que “a seara é grade mas os trabalhadores são poucos.
Continua sendo, sempre foi assim. Mas ainda dá tempo de despertar e deixar a preguiça para lá, senão não teremos “salário” e teremos que recomeçar.
Há um excelente te texto de Mateus que pretendo pontuar aqui. Está em O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO:
Trabalhadores da Última Hora
1 – O Reino dos Céus é semelhante a um homem pai de família, que ao romper da manhã saiu a assalariar trabalhadores para a sua vinha...
Sabe leitor esse é o mecanismo da vida que sempre encontra maneiras de chamar a todos para o “trabalho na vinha”, ou seja, conclama aos homens de boa vontade para trazer à Terra o “Reino dos céus”, que é conquista da maturidade. Isso leva tempo.
2- E feito com os trabalhadores o ajuste de um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha. E tendo saído junto da terceira hora, viu estarem outros na praça, ociosos. E disse-lhes: Ide vós também para a minha vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. Saiu, porém outra vez, junto da hora sexta, e junto da hora nona, e fez o mesmo. E junto da undécima hora tornando a sair, e achou outros que lá estavam, e disse: por que estais vós aqui todo dia, ociosos? Responderam-lhes eles: Porque ninguém nos assalariou. Ele lhes disse: Ide vós também para a minha vinha.
Todos esses trabalhadores, que são chamados, é a humanidade. A vinha é um campo vasto de produção e quantos mais trabalhadores melhor o cultivo e a colheita e, por conseqüência, mais lucro.
Jesus tinha disso, usava o panorama das atividades sociais, da época, para ensinar as “coisas” de Deus. Só é preciso ter maturidade para entender.
A Doutrina Espírita ensina diretamente, sem o véu das letras. Então a vida, como seus mecanismos naturais, chama a todos: Católicos, Evangélicos, Espíritas, livres-pensadores, ateus. Ateus? Sim leitor. Tem ateu que vive mais a proposta de Deus do que muitos religiosos hipócritas, “preguiçosos” que vão ás suas igrejas, Centros Espíritas, apenas passear, achando que religião é clube social e não oportunidade de crescimento e trabalho.
3- Porém, lá no fim da tarde, disse o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores e paga-lhes o jornal, começando pelos últimos e acabando nos primeiros. Tendo chegado, pois, os que foram junto da hora undécima receberam cada um seu dinheiro. E chegando também os que tinham ido primeiro, julgaram que haviam de receber mais; porém, também estes não receberam mais do que um dinheiro cada um. E ao recebê-lo, murmuravam contra o pai de família, dizendo: Estes que vieram por último não trabalharam senão uma hora, e tu os igualaste conosco, que aturamos o peso do dia e da calma. Porém ele, respondendo a um deles, lhe disse: Amigo, eu não te faço agravo; não convieste tu comigo num dinheiro? Toma o que te pertence, e vai-te, que eu de mim quero dar, também a este último, tanto quanto a ti. Visto isso, não me é lícito fazer o que quero? Acaso o teu olho é mau, porque eu sou bom? Assim, serão últimos os primeiros, e primeiros os últimos, porque são muitos os chamados e poucos os escolhidos. (Mateus, XX: 1-16. Ver cap. XVIII, “Parábola da Festa de Núpcias”.)
Tem gente que não quer entender essa passagem. Se algum advogado trabalhista movimentasse a jurisdição para que os primeiros ganhassem mais, com certeza teria ganhado de causa, não tenha dúvidas. Mas, aqui mais uma vez, é preciso extrair o espírito na letra.
Há uma explicação bem interessante do espírito Constantino que vou compartilhar com vocês:
“ O obreiro da última hora tem direito ao salário, mas é preciso que a sua boa vontade o haja conservado à disposição daquele que o tinha de empregar e que o seu retardamento não seja fruto da preguiça ou da má vontade. Tem ele direito ao salário, porque desde a alvorada esperava com impaciência aquele que por fim o chamaria para o trabalho. Laborioso, apenas lhe faltava o labor.
Se, porém, se houvesse negado ao trabalho a qualquer hora do dia; se houvesse dito:

“Tenhamos paciência, o repouso me é agradável; quando soar a última hora é que será tempo de pensar no salário do dia; que necessidade tenho de me incomodar por um patrão a quem não conheço e não estimo! quanto mais tarde, melhor”; esse tal, meus amigos, não teria tido o salário do obreiro, mas o da preguiça.
Que dizer, então, daquele que, em vez de apenas se conservar inativo, haja empregado as horas destinadas ao labor do dia em praticar atos culposos; que haja blasfemado de Deus, derramado o sangue de seus irmãos, lançado a perturbação nas famílias, arruinado os que nele confiaram, abusado da inocência, que, enfim, se haja cevado em todas as ignomínias da Humanidade? Que será desse? Bastar-lhe-á dizer à última hora: “Senhor, empreguei mal o meu tempo; toma-me até o fim do dia, para que eu execute um pouco, embora bem pouco, da minha tarefa, e dá-me o salário do trabalhador de boa vontade?” Não, não; o Senhor lhe dirá: “Não tenho presentemente trabalho para te dar; malbarataste o teu tempo; esqueceste o que havias aprendido; já não sabes trabalhar na minha vinha. Recomeça, portanto, a aprender e, quando te achares mais bem-disposto, vem ter comigo e eu te franquearei o meu vasto campo, onde poderás trabalhar a qualquer hora do dia"
Eu considero, em especial, os espíritas como “os trabalhadores da última hora”, não dispensando ninguém, pois a parábola tem a ver com a humanidade. É que ela é aquele “Consolador Prometido por Jesus”, para chamar os últimos, que podem ser os primeiros, afinal o dono da vinha é generoso e "paga” bem a quem fez por merecer. É só deixar a preguiça de lado, que tem a ver com a nossa imperfeição, que poder ser combatida com consciência e muito trabalho.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

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