sexta-feira, 14 de abril de 2017

Morrer, Prá que?

Morrer, Prá que?
(ReyAuca)

Sabe leitor, tem gente que tem um medo “da peste” de morrer. Mas, quem não tem? Senão por um motivo, por outro.  Por um, pois muitos não acreditam que existe vida depois do corpo e por  outro, porque nem sempre sairemos daqui menos comprometidos, pois as ilusões do mundo ha muito nos  sugaram. Né não?

A verdade, verdadeira é que  quem não crê na vida futura, perece rapidamente na vida presente. É que todos nós estamos na contagem regressiva e aqui ninguém vai ficar. A morte do corpo físico é coisa certa. É para sempre ou para nunca mais? É bom pensar nisso, “seu cabra”.

Essa semana eu fiquei meio que descompensado organicamente, com uma enorme infecção de urina, que maltratou o arcabouço físico. Na base de fortes antibióticos, que causaram alguns afeitos colaterais. A coisa mais fácil da vida é morrer, leitor, por isso é bom viver como se fosse o último dia da sua vida.

Quem não experimenta a necessidade de viver, de gozar, de amar e se der feliz?  Pergunte a um moribundo que está prestes a partir, se lhe fosse possível, não  queria ficar mais um pouquinho por essas bandas?  É claro que a informação seria positiva. E pergunte-lhe, também, se os seus mais de cem anos não passou rapidamente. É claro que ele diria que sim, pois o tempo não existe, sendo relativo.

Mas a vida sem o continuar da vida, seria uma grande “pegadinha”. Sonhos, projetos, família, esforço, lutas, para nada. Não teria sentido. Não haveria nenhuma necessidade ou esforço para nos tornarmos melhores, reprimir as paixões esforçar-se para adornar o Espírito e tudo mais, se isso não trouxesse resultados práticos.

Ainda bem que não  é assim.

Quem não crer na vida futura fica concentrado nessa vida fugidia, passageira, tão somente e perde o foco do viver, sendo um estímulo ao orgulho e egoísmo,  as duas chagas sociais. Não é atoa que a maioria dos nossos agentes políticos só pensa no aqui e agora e ser quer desconfiam que a vida seja matemática perfeita e que o que fazemos e pensamos, gera conseqüências danosas em nossas vidas, pois ninguém morre e o acerto de contas é coisa certa, pois ninguém foge á jurisdição divina e Deus, legislador e aplicador do seu Direito não erra , dando a cada um o que é seu,  no tempo certo.

Aprendi que a via segue quando conheci a Doutrina Espírita, que é Jesus de volta, numa fase mais aprimorada:

Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. (João 14:15-18)

A Doutrina espírita é Jesus de retorno e vem frear a incredulidade. A maioria das religiões está cheias de incrédulos, impactados pelo brilho, pelas pompas, pelos ritos e se distanciam da simplicidade evangélica. É claro que cada um tem o direito de crer no que quiser e isso é constitucional, mas é preciso crer com discernimento  e não apenas crer, sendo o mais importante “saber”. Eu sei. Eu não creio.

Eu sei que a vida segue. Que todos nós, no seu tempo, adquiriremos a maturidade necessária para viver o essencial para o seu progresso pessoal. Sei  também que há leis naturais, que regem as nossas vidas, fazendo parte do Direito Anterior, que preexiste a tudo   regulando a vida do verme ao anjo. A academia não trata bem disso e estuda esse Direito Natural meio que capengamente.

Sei que tudo “está certo e que o legislador, julgador e administrador dessa espaçonave chamada Terra, não está cochilando e que o fim de todo espírito é  à felicidade, não á pseudo-felicidade.
Eu sei que somos imortais.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO






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