terça-feira, 4 de abril de 2017

Aterro sanitário de Piancó fecha portas para lixo de Itaporanga e o impasse vira caso de polícia

Por Redação da Folha – A Prefeitura de Itaporanga deposita o lixo recolhido na cidade no aterro sanitário da Emlurpe (Empresa de Limpeza Urbana de Piancó), mas, nessa segunda-feira, 3, os caminhões de transporte dos resíduos sólidos de Itaporanga foram impedidos de descarregar no aterro.
                
Assessores da Prefeitura estiveram na empresa para tentar resolver o impasse, mas uma funcionária do aterro disse que não tinha autorização para permitir a entrada do lixo de Itaporanga, sem explicar, no entanto, o motivo do impedimento. O proprietário do aterro sanitário parece que não se encontrava no local.
                
Surpreso com a decisão do aterro de recusar o lixo de Itaporanga, o secretário local de Infraestrutura, Hermes Rodrigues, registrou um Boletim de Ocorrência na delegacia, narrando o ocorrido, o que pode ser o primeiro passo para uma ação judicial da Prefeitura contra a empresa.            
                 
Há pelo menos três anos, a Prefeitura de Itaporanga mantém contrato com a empresa para deposição do seu lixo no aterro sanitário ao custo mensal de 32 mil reais, mas, até agora, não se sabe o motivo dessa interrupção repentina do contrato.
                
É possível um entendimento entre a Prefeitura e a empresa, mas, se não ocorrer, a Prefeitura de Itaporanga vai ficar sem local apropriado para descartar o seu lixo, o que é uma grande dor de cabeça para o prefeito. Há informação de que um aterro sanitário particular está sendo construído no município, mas ainda não está pronto.

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