sexta-feira, 3 de março de 2017

Meu Brasil Brasileiro

1P Nisso e Direito
PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO
............................................................................. Meu Brasil Brasileiro (Rey AuCa)
Sabe leitor, existe uma ordem dentro da desordem e a humanidade toda segue o seu caminho rumo ao seu fim, que é o seu aperfeiçoamento.
Até lá muitos choros. As religiões chamam isso de “salvação”, que nada mais é do que EVOLUÇÃO ou aprimoramento, que não se dá em uns “míseros” milênios.
Faz um pouco mais de dois mil anos que um espírito experimentado veio por essas bandas, o nosso irmão mais velho: Jesus. Encarnou uma única vez no planeta para trazer luzes à razão e ao sentimento e nós ainda não vivemos as “primeiras letras”, como o perdão e o amor.
Tem muito cristão sem cristo por aí. As igrejas estão cheias. Todo mundo querendo salvação e felicidade. ”Nos centros espiritas, também, “véio”. Igreja, “juridicamente”, é gênero.
Felicidade e “salvação” são conquistas do trabalho, do sentir e do saber. Afinal, “a seara é grande e os trabalhadores são poucos. Continuam sendo.
Alguns defendem que ele votará para separar os “bodes das ovelhas”. Bobagem! Creio que não precisa mais vir. Já deu o seu recado, a duras penas. Vamos, todos, aprender as lições primeiras do seu evangelho. Talvez, quem sabe, depois, resolva, por caridade, vir ao nosso orbe para ensinar novas e mais qualificadas lições. Mas não é preciso.
Na nossa condição nós o assassinaríamos mais uma vez. Não por meio da cruz da vergonha e sim, talvez, em um paredão de fuzilamento ou quem sabe pela cadeira elétrica.

Né não?
Mas ele profetizou do surgimento dos “falsos cristos e falsos profetas, que enganariam até os escolhidos”. Eles estão nas igrejas na ilusão. É preciso ficar esperto.
Há um livro interessante, leitor, espiritual, do Espírito Humberto de Campos, que todo brasileiro deveria ler. “BRASIL. CORAÇÃO DO MUNDO, PÁTRIA DO EVANGELHO”. Trata-se dos bastidores do descobrimento do Brasil. Eu, como procuro ser “bonzinho”, ou melhor, bom, vou dá-lo de graça. Vale a pena a leitura. É uma espécie de viagem em torno da função do descobrimento do nosso Brasil, que não se deu por acaso, apesar da historiografia defender que sim.
Vale a leitura.
Nós temos uma espécie de “bíblia social”. É a nossa Constituição da República, que tem uma história bonita de conquistas e que passou por muitas etapas até chegarmos a de hoje. Desde a primeira, a de 1824, imposta por Dom Pedro. Foi o começo de tudo.
Tudo é um processo e tudo está certo, pois todo tempo tem o seu tempo para o tempo da maturidade coletiva.
Ela tem respingos da Revolução Francesa, com seus ideários, mas, também, tem uma carga excelente de justiça social, eu diria até cristã. Pois contem verdades ensinada pelo cristo, que  veio ensinar  o "pulo do gato" e que se encontra no “éter no tempo”, sendo preciso ser descoberta e só “homens de gênio” conseguem isso.
Muitas Cartas positivaram essas necessidades coletivas, pois coerentes com o ideal de justiça. O Estado serve para isso. Pena que a maioria dos agentes políticos não entendeu o processo, ainda.
Quer algo mais cristão do que o artigo 3º da Constituição Federal, que trata dos seus objetivos, ainda no campo programático?
Diz que o Brasil tem como objetivo Construir uma sociedade livre, justa e solidária; que deve garantir o desenvolvimento nacional, erradicando a pobreza, marginalização e reduzindo as desigualdades sociais e regionais e o melhor: promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer formas de discriminação.
O Brasil tem saída, está na Constituição. Os agentes políticos dos três poderes precisam interiorizar essa verdade.
PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Gostou da matéria... Comenta, vai!