segunda-feira, 27 de março de 2017

Em Coremas, Prefeitura tenta desalojar comerciante e família denuncia que é vingança política

Por Redação da Folha - O assunto é tão polêmico que foi discutido na sessão do último sábado, 25, da Câmara Municipal de Coremas. O problema é que a Prefeitura está querendo desalojar um comerciante de carnes: Ernane Rodrigues, de 65 anos, tem um frigorífico dentro do Mercado do Produtor, mas está ameaçado de perder o seu ponto comercial.
            
A informação é que a Prefeitura iniciou uma reforma subitamente no mercado e quer utilizar o espaço hoje ocupado pelo idoso para outro tipo de atividade comercial, mas a família de Ernane está segura de que essa justificativa do poder público municipal é somente um pretexto para a prefeita promover uma vingança política.
            
Conforme familiares do comerciante, ele não votou na atual prefeita Chaguinha de Edilson e, por isso, segundo eles, estaria sendo perseguido politicamente. O idoso não tm aposentadoria e já se encontra com a saúde comprometida. Seu pequeno frigorífico é de onde ele tira a sobrevivência da família há quatro anos. “O secretário de Agricultura ofereceu ao meu pai uma tarimba que fica localizada no final do mercado, próximo aos banheiros. No Mercado do Produtor, todas as tarimbas têm seus donos, mas estas últimas não estão sendo ocupadas simplesmente porque as tarimbas localizadas nos fundos não
tem comércio para elas ninguém consegue manter comercio porque o pessoal não chega lá pois já comprou na frente”, comentou uma filha do idoso.
            
“A democracia existe para que todo eleitor tenha o direito de votar em quem acha que é o melhor para gerir a sua cidade, e, quando a prefeita ganhou a eleição, a partir do dia 1 de janeiro ela é a prefeita de todos e não apenas dos que foram seus eleitores. Cada um com sua consciência pense e analise esta prática que está acontecendo. Você acha que é justo um pai de família ser perseguido por estar trabalhando de 5 horas da manhã às 5 horas da tarde em busca de ganhar o pão de cada dia de sua família por conta de perseguição política??”, questiona ela.

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