segunda-feira, 27 de março de 2017

Em Conceição, Câmara e MP declaram “guerra” a banco e principal batalha será nesta sexta

Por Redação da Folha – Se fosse possível contar o tanto de vocábulos de indignação e questionamentos pronunciados pelos vereadores, do final do ano passado para cá, na tribuna da Câmara de Conceição, contra o Banco do Brasil, a matemática de palavras seria gigantesca ou infinita. O problema que motiva toda essa revolta parlamentar é o fechamento da agência do único banco público local há sete meses, causando transtornos e prejuízos a milhares de conceiçãoenses.
            
Na verdade, a Câmara declarou uma verdadeira “guerra” verbal ao banco, que resiste e se recusa a reabrir a agência, alegando falta de dinheiro para o conserto dos danos causados pela explosão de sua Casa Forte durante assalto. Alguns vereadores ironizam esse argumento do BB de que falta recurso financeiro e dizem que só calam quando a agência for reaberta.
            
Recentemente, o Ministério Público (MP) também entrou na luta: moveu uma Ação Civil Pública contra o Banco do Brasil e deverá ouvir o superintendente estadual nesta terça-feira, 27, quando poderá surgir alguma novidade.  No entanto, a expectativa maior de todos é para a audiência pública marcadapara a manhã da próxima sexta-feira, 31, quando estão sendo esperadas lideranças políticas e um grande número de pessoas para discutir o assunto.
            
O evento está programado para a via pública, em frente à agência do banco. Com a força popular e política, os vereadores esperam que a agência finalmente seja reaberta. “Esperamos que os deputados que foram votados aqui compareçam, assim também esperamos que o povo esteja presente porque essa luta é  de todos, pois todos nós somos prejudicados com o fechamento do banco”, comentou um parlamentar mirim.

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