quarta-feira, 15 de março de 2017

A Natureza se Regenera

Comarca 01
A Natureza se Regenera
( Reynollds Augusto)
Sabe leitor, os cientistas dizem que a nossa morada, o planeta Terra, tem perto de, aproximadamente , dez bilhões de anos e isso é certo. Nada de apenas seis dias, com descanso no sétimo, por Deus. Isso é simbolo. Esses dias representam bilhões de anos, que em comparação à eternidade é nada. Aliás o que é o tempo, que nem existe?
Essa que é uma astronave linda, planeta água, beleza jamais vista, que viaja o cosmo sustentando sonhos, alegrias e felicidades, como também as misérias humanas, que são conseqüências do homem orgulhoso e egoísta, que não sabe o que é viver.
Existir é fácil. Basta respirar, comer, dormir e fazer sexo. Viver é bem mais. Você come, bebe, dorme, faz sexo, também, mas pensa. Penso, logo vivo, parodiando o Frances: “Cogito, ergo sum”. Penso, logo existo.
Não é por menos, obra de Deus, “ a inteligência suprema do Universo, causa primária de todas as coisas”, dizem os imortais. Alias uma conceituação científica da causa de tudo, diferentemente desse “deus” pregado por grande parte das religiões que minimizam a grandeza de algo inalcançável por nossa racionalidade.
Ainda somos “feras”. Né não?}
Sempre fica um pouco do autor em sua obra. E como a obra é efeito, a causa é bem mais completa. É Deus, Alá, Iavé, O Grande Arquiteto do Universo, ou sei lá mais o que. É a causa de tudo que existe, pois o nada não cria nada. “Inteligência suprema do universo, causa primária de todas as coisas”, conceituação mais aproximada da realidade.
O Oficial de Justiça é uma espécie de materializador das decisões judiciais, senão o único, o principal. É ele que leva a justiça á comunidade, que faz real o que se encontra na tese. Eu digo que são as pernas, os olhos e os ouvidos do juiz. É ele que traz para o processo a realidade pujante da vida dinâmica da sociedade. É ele que norteia esse agente político, o magistrado, responsável pro distribuir justiça, a procurar implementá-la com a “certeza” da verdade real, pois nem sempre o processo a retrata com fidedignidade. Daí a importância de o Oficial de Justiça ser alguém compromissado.
Há alguns meses eu estava desolado com o nosso lindo sertão. Triste, seco, feio, sem água. Os animais morrendo. Acho que essa foi a maior estiagem que já experimentamos. Parecia que tinha caído uma bomba nuclear por essas bandas. É exagero, leitor.
Para se ter uma idéia o açude Coremas Mãe da água, o mar de água doce no sertão quase secou. A chamada “turbina”, lugar de alegria, parou de correr água. Nunca se vira isso. O nosso “cachoeira” dos Alves foi a “Nocaute”, a ponto do Governo do Estado construir uma adutora da cidade de Nova Olinda para Cá. Ela que está sendo objeto de interesses políticos. Os erros, que são muitos, estão sendo evidenciados, mas corrigidos e á água está chegando, não como, ainda queríamos, mais está. Faltam os ajustes. Até lá vai ser “filé” político. Tenho pena do governador. Mas, o povo tá mais esperto e vê o que esta por trás das entrelinhas. Mas, é preciso cobrar. O certo é o perfeito, o imperfeito é errado.
Hoje quando vou às diligências dá até gosto em trabalhar, mesmo sendo emissário de más noticias. Mas, de boas também. Deus está pintando o meu sertão de verde, um verde diferente, um verde que só o sertão tem, depois de ter “morrido” por um tempo.
Termino com o nosso conterrâneo Saulo Lacerda. Um polivalente. Cantor, professor, bacharel em Direito e excelente Poeta:
Renascendo
Tudo que é vivo agradece
Aos céus, em forma de prece
Pois, essa água que desce
Lá da nuvem, em borbotão
Faz renascer fauna e flora
E a Caatinga revigora
Mandando a seca ir embora
Por ordem da Criação!
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO, PENSANDO DIREITO

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