quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Suicídio. Uma Grande Furada

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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Suicídio. Uma Grande Furada
(Reynollds Augusto)

Sabe leitor, o “cabra” quando nasce já tem prazo de validade. Pelo menos prazo para estar no corpo físico, que definitivamente não é você.
Eu não sou o corpo. Eu sou um espírito, que usa, temporariamente, um corpo. Quem não entende isso não compreende a vida. Não sabe que estamos fadados á felicidade real, mas que a caminhada é dura. Menos para uns e mais para outros.
Mas isso não quer dizer muito, pois segundo a BBC de Londres, são nos países em que as pessoas se sentem mais felizes que há uma tendência a apresentar índices mais altos de suicídio. Essa não é apenas uma pesquisa britânica, mas, também, americana.
É que a felicidade não é deste mundo, dizem os imortais, mas podemos ser tão felizes quanto ele nos permite.
Geralmente pensamos em suicídio quando não somos solidários. Estamos fechados no nosso mundo íntimo, no nosso egoísmo e quase sempre, somos bombardeados por pensamentos que não são nossos e sim sugeridos.
Há mentes, fora do corpo, que nos alimentam essa ideia de fuga, que é uma furada. Nada de “ Satanás”, que nem existe , mas espíritos infelizes, irmãos nossos, doentes como nós.

Uma coisa é certa podemos sair do corpo, mas jamais da vida.

“Orai e vigiai para não cairdes em tentação”, disse Jesus.
Orar aqui não é está repetindo palavras vãs e sim está ligado a Deus pelo pensamento e principalmente pelas ações. Ser voluntario no bem, faz um bem danado. “ Quando agente faz um bem a alguém quanto bem esse bem nos traz”. Diz a música espírita.
Oração é orar com ação. Vigiar é espreitar, observar o que se pensa, para substituir os pensamentos negativos. Temos muito mais motivos para estar aqui do que para fugir. Não tenha pressa. Ninguém vai ficar aqui mesmo.
As religiões têm culpa nisso. A maioria tem Jesus como norteador, mas estão distante dele. São Cristão sem Cristo.Quase sempre são como clubes sociais. Cumpre-se a obrigações- fácil- mas não se interessam em fazer o mais importante, a sua transformação íntima. Jesus está longe de muitas religiões.


Mas, não é regra geral, pois a compreensão é pessoal, pontual. Mesmo na Doutrina Espírita, que propaga a proposta de Jesus clara como a neve, vê-se isso. É que não é fácil desconstruir o que somos ao longo dos milênios.
Pois é! Ou você pensa que só tem essa idadezinha? Que nada.
Vez por outra os jornais de Itaporanga, dão a triste notícia de algum jovem dá cabo á vida, no vale do Piancó. E muitos fazem isso para fugirem dos problemas, mas é engano, eles se avolumam.
Já tive uma experiência de quase morte, dias em coma. Mas vivi, na prática, as teses dos livros espíritas. Nunca tive mediunidade e não vejo nenhuma vantagem em possui-la, pois isso implica em mais responsabilidade.
Esse mecanismo do alto, Deus não me permitiu, ainda bem. Mas com “a meia morte” aprendi em alguns dias o que anos de Doutrina Espírita não me ensinou. E não devido a falha dos ensinamentos dessa Doutrina de Verdade e amor e sim pelo meu atraso mesmo. Muitas vezes nos tornamos apenas espectadores.
Vale aqui as reflexões do Momento Espírita :
Suicídio
Era manhã de sábado. Tocou o telefone e alguém atendeu.
Uma voz masculina, embargada pela emoção, a duras penas, começou o diálogo.

Desejava saber o que a Doutrina Espírita tinha a dizer sobre o suicídio. Qual seria, segundo o Espiritismo, a sorte daqueles que acabam com a própria vida.
Disse que estava com o firme propósito de pôr fim à vida miserável que estava levando há cerca de dois meses.
Salientou que sua falência fora decretada em cidade distante noutro Estado do Brasil. E, para fugir ao escândalo, mudou-se de cidade em busca de uma oportunidade, mas em vão.
Agora, segundo afirmava, desejava fugir definitivamente da vida, para resolver de vez por todas seus tormentos.
Ouviu, da pessoa que o atendeu, em rápidas palavras, a posição espírita sobre o suicídio.
Que é uma porta falsa e que aqueles que a buscam na tentativa de acabar com os problemas somente os agravam mais.
Que só se consegue sair do corpo, sem sair da vida, que continua pulsante no além túmulo. Que só quem nos colocou no mundo tem o direito de nos tirar dele. E que esse alguém é Deus, nosso Pai Criador.
Ouviu, ainda, que a sua falência só poderia ser decretada por ele mesmo, agora sim, através do suicídio. Que homem algum poderia fazê-lo.
Que a falência decretada fora a de sua empresa e que, seguramente, se continuasse a trabalhar com disposição conseguiria reverter a situação.
Que Deus jamais nos abandona, muito menos nas horas difíceis da nossa caminhada. Que todos nós, sem exceção, temos um anjo guardião interessado em nossa vitória. Na vitória do Espírito imortal sobre a matéria, sobre os vícios e equívocos.
O homem disse que havia perdido tudo, que estava na miséria, que nada mais lhe restava.
E a voz do outro lado da linha tornou à carga dizendo que a miséria verdadeira é a miséria moral. E que somente poderemos assegurar que nada mais nos resta quando perdermos a dignidade.
O mundo pode nos tirar tudo, tudo o que temos, mas jamais nos tirará o que somos, jamais logrará retirar conquistas verdadeiras como a dignidade. Somente se nós o permitirmos, aceitando o convite da indignidade.
O homem refletiu um pouco, falou que ainda lhe restavam os amigos e a sua casa, que estava em nome dos pais, já falecidos. Resolveu, por fim, voltar à sua cidade e recomeçar novamente.

* * *
Casos como esse que acabamos de narrar, são uma constante na face da Terra.

Se você está enfrentando problemas semelhantes, não deixe de levar em consideração as orientações dos Espíritos Superiores.

Fuja do convite ao suicídio como solução dos problemas.

O suicídio é um terrível engano, por ser uma porta falsa.

Assim que a pessoa realiza o ato do suicídio, percebe o precipício que se abre à sua frente.

* * *
De modo geral, são os suicidas que mais sofrem após a morte.
É que quando chegam no mundo espiritual se dão conta de que não lograram o intento, que era pôr fim à vida.

Seguem vivendo e percebem que aos problemas, dos quais desejavam fugir, outros se somam, pela falta de fé em Deus e pela rebeldia.
Na morte natural os laços que unem o Espírito ao corpo são desatados lentamente, enquanto que pelo suicídio são violentamente rompidos, sem, contudo, permitir que o Espírito se liberte.
Por esse motivo, não nos deixemos tentar pelo convite ao suicídio.
Nunca valerá a pena. Antes, roguemos a Deus forças para suportar o fardo que carregamos.
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Viva meu filho! Ninguém morre e a partida chega logo,pois o tempo é ilusão
Aproveite a viagem, ela passa logo.PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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