sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Adolescente da cidade de Olho D’água-PB que sofre com grave doença pede ajuda para tratamento


A jovem Karina Kelly Cassiano, de 14 anos de idade, está sofrendo por conta de uma grave doença. Ela é portadora de insuficiência renal crônica, uma doença que provoca a perda das funções dos rins. 

As causas desta doença são várias, os rins tornam-se incapazes de proceder à eliminação de certos resíduos produzidos pelo organismo. A insuficiência renal crónica torna-se avançada, quando a percentagem de rim funcional é inferior aos 20%; muitas vezes, só nesta fase surgem os primeiros sintomas.

Karina Kelly reside no conjunto Lúcia Braga, na cidade de Olho D’água-PB. Atualmente ela se encontra na cidade de João Pessoa passando por um tratamento complicado. As despesas com o tratamento são as mais diversas, transporte até o hospital para a realização da hemodiálise, medicamentos, moradia.

Segundo a família, a jovem se encontra com dois rins completamente paralisados e precisa fazer a hemodiálise para sobreviver, 3 vezes por semana. “Ela tem passado mal durante as seções. Em 8 meses já perdeu 13kg’s e sua situação é crítica. Estamos passando
dificuldades para prosseguir com o tratamento por conta das despesas com transporte, moradia e medicamentos” disse a irmã.

A família é carente e está pedindo ajuda a todos para que possam dá continuidade com o tratamento. Quem tiver interesse de ajudar poderá depositar qualquer quantia na conta baixo.

Conta bancaria no Banco do Brasil
Agencia - 0634-3
Conta Corrente - 26696-5
Nome: José Cassiano Pereira (pai)
Fone para contato: (83) 986382329 (Oi)

CatingueiraOnline


Mais sobre a doença

DEFINIÇÃO
A doença renal crônica consiste em lesão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins (glomerular, tubular e endócrina).Em sua fase mais avançada (chamada de fase terminal de insuficiência renal crônica-IRC), os rins não conseguem mais manter a normalidade do meio interno do paciente.

EPIDEMIOLOGIA
A doença renal crônica constitui hoje em um importante problema médico e de saúde pública. No Brasil, a prevalência de pacientes mantidos em programa crônico de diálise mais que dobrou nos últimos oito anos. De 24.000 pacientes mantidos em programa dialítico em 1994, alcançamos 59.153 pacientes em 2004. A incidência de novos pacientes cresce cerca de 8% ao ano, tendo sido 18.000 pacientes em 2001. O gasto com o programa de diálise e transplante renal no Brasil situa-se ao redor de 1,4 bilhões de reais ao ano.

Levando-se em conta dados norte-americanos, para cada paciente mantido em programa de diálise crônica existiriam cerca de 20 a 25 pacientes com algum grau de disfunção renal, ou seja, existiriam cerca de 1,2 a 1,5 milhão de brasileiros com doença renal crônica. Trabalho populacional recente em Bambui-MG mostrou que a prevalência de creatinina sérica elevada foi de 0,48% em adultos da cidade, chegando a 5,09% na população mais idosa (>60 anos), o que projetaria a população brasileira com disfunção renal a cerca de 1,4 milhão de pessoas.

A detecção precoce da doença renal e condutas terapêuticas apropriadas para o retardamento de sua progressão pode reduzir o sofrimento dos pacientes e os custos financeiros associados à DRC. Como as duas principais causas de insuficiência renal crônica são a hipertensão arterial e o diabetes mellitus, são os médicos clínicos gerais que trabalham na área de atenção básica à saúde que cuidam destes pacientes. Ao mesmo tempo, os portadores de disfunção renal leve apresentam quase sempre evolução progressiva, insidiosa e assintomática, dificultando o diagnóstico precoce da disfunção renal. Assim, a capacitação, a conscientização e vigilância do médico de cuidados primários à saúde são essenciais para o diagnóstico e encaminhamento precoce ao nefrologista e a instituição de diretrizes apropriadas para retardar a progressão da DRC, prevenir suas complicações, modificar comorbidades presentes e preparo adequado a uma terapia de substituição renal.

jbn.org.br/

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