sábado, 16 de julho de 2016

Amigos lançam o nome de Antonio Cabral como pré-candidato a vereador em Piancó; confira

Foi nesta quinta-feira (14) na comunidade Ferrão, em uma pequena Granja, onde cerca de quinze pessoas se reuniram e convidaram Antonio Cabral para participar como convidado especial. O tema abordado na reunião foi sobre o nome dele, Cabral, para disputar uma Cadeira na Câmara Municipal. Cauteloso, Cabral ouviu a todos e disse que ser candidato (ou pré-candidato) requer uma estrutura adequada para a realidade local, onde o eleitor está mal acostumado, viciado por políticos profissionais que usam de expedientes escusos para obter votos. Durante a conversa, que durou cerca de duas horas, ficou acertado que os que ali se encontravam, fariam o "meio de campo" entre ele e os eleitores, conscientizando a população sobre a necessidade de buscar novos nomes para compor o quadro político que hoje não se tem na cidade, representando de fato e de direito a população. Na sua fala Cabral disse da sua vontade em concorrer a uma Cadeira na Casa de Padre Manuel Otaviano, mas foi realista ao enfocar a questão Finanças. "Sem dinheiro não há candidatura que resista a uma campanha eleitoral em nossa cidade", observou. 

Filiado ao PSD, a convite do deputado federal Rômulo Gouveia, Antonio Cabral disse que vai esperar o momento oportuno para declarar-se sobre o assunto e mostrou-se bastante interessado na proposta apresentada por seus amigos, os quais se reservaram ao direito de não aparecer em imagens, para evitar qualquer "ciumeira" por parte de outros pré-candidatos. 

"Preciso pensar e conversar com meus familiares e analisar todos os conselhos que com certeza irão me dá quando dessa noticia, mas estou preparado para enfrentar o bom
combate, por que tenho conhecimento didático sobre como deve agir e se comportar um parlamentar; agora gastar dinheiro para adquirir votos não compensa, pois a vontade de trabalho de um parlamentar está na sua autonomia eleitoral, ou seja: se eleito pela vontade do povo, pode-se fazer mais sem a preocupação de pagar a agiotas depois do pleito eleitoral, vencendo ou não. Não podemos imaginar apenas em ganhar... Uns ganham e outros perdem, mas nem sempre a derrota nas urnas significa a derrota na vida política", disse. 

Chico Júnior

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