PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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O Vereador Ubiramar, Falou e Disse, Bem.
(Reynollds Augusto)

Antes de tudo é bom dizer que o Estado foi uma “criação de gênio”. Não se sabe precisar bem como tudo começou, os estudiosos perdem-se nas teses. Mas, o fato é que não dá para evoluir, crescer, sem o contributo dos atores sociais.
Os imortais disseram ao professor Kardec que a vida social está na natureza. Deus, a causa, não necessariamente o deus pintados pelas religiões, fez o homem para viver em sociedade. A palavra, as outras faculdades, próprias de uma vida de relação não nos foi dada por acaso.
O nosso Estado em sentido amplo é feito de repartições. Somos uma federação repartindo-se em a União, estados-membros e municípios. Quando mais politizados os cidadãos, mas qualificado o Estado. É no município que as coisas acontecem. Sendo até injusto que a divisão do bolo financeiro, dos nossos impostos, seja mais concentrado à União.
Ontem eu ouvi uma entrevista do Vereador Ubiramar Pita, da cidade de Itaporanga, e gostei do que aquele “cabra da peste” falou. A sua fala demonstra o seu grau de consciência política. Não menos grande é o jornalista CLÁUDIO NEPÓ, que demonstra a sua ética jornalística, sabendo do que fala e para que fala. É um informativo que elucida, conscientiza, sem compromissos com interesses partidários.
Mas, as interferências dos ouvintes, pelo telefone, dão para aquilatar o quanto grande parte da população é desinformada da importância da política e das funções dos agentes políticos. Eu sou um observador. E essa é uma mácula antiga. Não há interesse dos agentes políticos em informar o cidadão, da sua importância no papel social e político. Não é bom o povo ficar sabendo que o poder lhe pertence e que ele pode mudar esse estado de coisas.
Mas bom mesmo foi a pergunta de gaveta feita ao vereador, pelo Jornalista NEPÓ, que é um “incitador” de reflexões. Perguntado se houvesse o registro de duas candidaturas, do prefeito Berguinho, seu primo e do grande vereador Herculano, seu outro primo, para que lado ele se inclinava. O vereador Saiu-se bem, dizendo ser improvável, mas se acontecesse, no momento certo ele tomaria uma posição, pois ambos são cidadãos experimentados e que só querem o bem da população. E acrescentou de que o bom mesmo, para democracia, é que outros atores políticos entrassem no processo eleitoral para a sociedade julgar e dizer o que quer.
A sociedade e o Estado precisam de tempo para maturar. Tem gente querendo “chutar a barraca”, mas nós evoluímos muito. É que essa subida á gradual. É certo que estamos em crise moral, que gera a crise financeira, mas isso é bom, para que possamos mudas de caminhos e “dar a cada um que é seu”, curando desse mal, que não veio para ficar e nem está para permanecer.
Quando os cidadãos exercerem o seu direito político positivo, com critério, crítica, sabendo votar bem, irá depurar no nascedouro, não deixando que políticos fanfarrões os representem, que é a minoria, mas faz um grande zoada e estrago ao erário.
Quando seu José, seu Antônio, puderem sair como candidatos, em pé de igualdade, com a força de sua honestidade; quando o voto distrital for estabelecido, pois o proporcional é uma máquina de fazer políticos profissionais, que só pensam em seus interesses; respiraremos melhor, pois não estaremos contaminados por vírus sociais, vampiros da esperança.
Comecemos aqui, no município. Sejamos observadores e vamos nos politizar. Só assim O Brasil, o Estado e principalmente o município, vai melhorar.
Deu até para rimar.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO