quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Sou conta, só pelo fato de sê-lo


É interessante como algumas pessoas ou segmento da nossa sociedade gostam e fazem questão de ser contra a quem teve alguma ideia sem base nenhuma, só pelo simples fato de ser contra; talvez por não ter sido o autor, tenha raiva de quem a teve, não ajudam por não ser criação de sua própria e infértil mente.

Há muito que me preocupo com a proximidade do sesquicentenário de instalação do nosso município e pretendia que fosse aproveitada a oportunidade para ser feita uma grande festa e reparado alguns erros grassas que vem perdurando ao longo dos anos e ao que parece ninguém notou o quis corrigi-los. 

Existem sim alguns pontos polêmicos nas minhas sugestões, mas não tem nada que não possa ser arcado pelo poder público, com a ajuda de eventuais parceiros ou colaboradores; afinal alguém que se preze, terá muito orgulho de participar de tão emblemática data e faria todo o esforço para não ficar de fora.

Mas, como deixei claro no início reina o descaso, agora, já quase sem tempo foi que se alertaram e tentaram organizar os festejos da grande e tradicional festa e como falei, foram contra a tudo que planejei tentando preservar e acima de tudo, recuperar o pouco e disperso caso em que se encontra nossa história, que beira as raias do esquecimento. “Um povo sem cultura e sem história, é uma geração que não existe”.

Vamos então ao que interessa: nos eventos a serem realizados, dei os seguintes palpites:
  • Confecção e emissão pela empresa de Correios, de um selo comemorativo.
Foi quase que descarada, pois a prefeitura teria que “gastar” um enorme montante de quase vinte e cinco mil reais em uma coisa inútil que não serviria pra nada. Ora, os selos seriam usados para a postagem de correspondência que fosse postada pela prefeitura e órgãos oficiais a exemplo da câmara municipal, secretarias e a própria prefeitura. Poderiam dar parte desse material a pessoas importantes, e instituições importantes, que comparecem ao evento ou que fazem parte da nossa tênue cultura. E outros usos mais... Vale não confundir “investimento” com “despesa”.
  • Participação de cidades que até o inicio dos anos sessenta pertenciam a Itaporanga.
Muitos foram contra por julgarem que não é de interesse destes municípios mostra a sua participação, sua cultura e seus personagem históricos na vida e na construção de nossa cidade. Detalhe isso sem entrarem em contato com nenhum prefeito dessas cidades ou secretário de cultura dos municípios que tem. De todos que eu expus a ideia, notei que havia interesse, como foi o caso de Pedra Branca, Boa Ventura e Serra Grande, onde temos uma secretária que é realmente atuante e se destaca por ser o único município do Vale e estar entre os nove da Paraíba, aptos a receber do governo federal, verbas e incentivo para a preservação da cultura. 
  • Participação da Câmara Municipal.
Apresentei a minha proposta aos vereadores e explique que o meu intuito era repara erros históricos que perduram ao longo doas tempos. Alguns foram contra e chegaram a dizer que eu queria tira a prerrogativa dos vereadores. Santa ignorância!

Bom, para não cansar muito e abusar da paciência de vocês, amanha eu continuo. 


Paulo Rainério Brasilino

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