sexta-feira, 12 de julho de 2013

Itaporanguense vai comandar Polícia Civil de Campina Grande e mais 32 municípios

Nomeação foi publicada nesta sexta-feira


O delegado itaporanguense Francisco Iasley Lopes de Almeida foi nomeado pelo governador Ricardo Coutinho para comandar a Delegacia Regional de Polícia Civil da 2ª Região, com sede em Campina Grande e que abrange mais 32 municípios.

Ele já atuava brilhantemente em Campina desde o início de sua carreira, e com a nova e importante função, Iasley deixa a Delegacia de Roubos e Furtos, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Entre as operações que coordenou, culminando na desarticulação de várias quadrilhas, destaque para a que prendeu o dono da empresa Metta Concursos & Consultoria, Almir Pina, acusado de fraudar concursos públicos no estado.

A nomeação de Francisco Iasley, que é filho do casal José Almeida e Lucileide, residente em Itaporanga, foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira, 12. Iasley é autor de dois livros jurídicos e professor universitário. A data da posse ainda não foi divulgada. Foto (www.folhadovali.com.br): Iasley é o novo chefe da Polícia Civil campinense.

Folha do Vale

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Modenidade Líquida

Modernidade Líquida
(Reynollds Augusto)
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman escreveu um livro intitulado “Modernidade Líquida”, fazendo uma comparação entre a sociedade “leve”, “líquida”, “fluida”, dos dias atuais, que é infinitamente mais dinâmica do que a “sólida” de ontem, que fora suplantada.
 
 Trata-se de uma visão interessante da vida social e política nos indicando que, apesar dos pesares, o pensamento coletivo está se desvencilhando dos cativeiros de domínio, que sempre estiveram presentes nas comunidades mundiais.  Isso tem a ver com a lei do progresso, que é “instituto divino”, pois o espírito está em franco processo de evolução e o menor sinal de equívocos, desonestidades, está gerando impaciência, produzindo mobilização, chamando o ‘feito à ordem”.
 
 O que vemos nos dias atuais é exatamente isso. O povo não suporta mais tanto desmantelo com o mau uso do dinheiro público e está indo ás ruas, cobrando das autoridades, que deveriam dar o exemplo, o exato cumprimento dos princípios constitucionais, norteadores do Estado Brasileiro. Parece que existem dois pesos e duas medidas e que as coisas só acontecem quando eles querem e demonstram interesses. É claro que “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”, como sempre asseverou o meu Professor Helder, mas a eficiência com que os Estádios  de futebol brasileiros foram construídos, reformados,  é coisa do Brasil do Primeiro mundo. Em contrapartida, a lentidão com que se produz saúde e segurança, faz parte do Brasil do terceiro mundo, quiçá do quarto.
 
 Nada contra os jogos, a copa... Alias os campeonatos mundiais de futebol demonstram o quanto o mundo melhorou, pois o esporte une as pessoas, produz disciplina, fomenta sonhos e provoca diversão sadia. É o bom “combate”, que provoca a alegria das nações. Antes, o povo era levado aos “circos romanos” para verem os seus semelhantes trucidados até a morte, ao som dos gritos e algazarras de espíritos atrasados, que ainda somos hoje, mas já em menor escala.
 
 Ninguém detém a força do progresso, que é lei divina, e apesar dos agoureiros de plantão espalharem que o mundo está pior, é mentira. É uma visão de um olho só.  Nunca de produziu tanto bem na humanidade, apesar da mídia só enfatizar os dramas humanos.
 
 Como diz o escritor “a fluidez é a qualidade dos líquidos e gases”. O que o evidencia é que eles “não podem suportar uma força tangencial ou deformante quanto os imóveis, os sólidos”. Os líquidos “sofrem uma constante mudança de forma quando submetidos à tensão”.
 
 A sociedade mudou. Os governos, os sistemas, a forma de como se faz política, precisa mudar. O povo não admite mais os sistemas anacrônicos, os desvios, nesse país ainda rico por natureza, mas ficando “milionário” de consciência.
 
 PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

terça-feira, 9 de julho de 2013

O Sexo

O Sexo

Face à vulgarização das falsas necessidades sexuais, aturdes-te, perdendo o rumo do comportamento.
Apelos vis se apresentam, nos veículos de comunicação de massa, e os comentários descem a expressões chulas, regadas de baixesas, fazendo do sexo um instrumento de servilismo que o leva a situação mais grotesca do que a animal, de onde procede.
Até certo modo, é compreensível a moderna reação cultural, a esse respeito, como conseqüência aos séculos de ignorância e proibição. Todavia, substituir-lhe a função precípua pela malversação danosa é lamentável para o próprio homem.
O sexo é para a vida, e não esta para aquele.
*
Diante das atitudes insensatas e as conotações servis a que está levada a função genésica, dirige-a, tu, com equilíbrio, a fim de que o seu desregramento não te conduza à alucinação.
O sexo foi colocado abaixo do cérebro para ser por este conduzido.
Posto na cabeça pela revolução dos frustrados, ei-lo transformado em peça principal do corpo, em detrimento da própria vida.
Conduze-o com equilíbrio, a fim de que não derrapes na sofreguidão que enlouquece, sem resolver o problema.


FRANCO, Divaldo Pereira. Episódios Diários. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 43.
* * * Estude Kardec * * *

domingo, 7 de julho de 2013

TJ.PB/ESMA/UEPB. BELEZA DE CURSO

 
TJ. Pb/Esma/Uepb. Beleza de Curso!
(Reynollds Augusto)

O Poder Judiciário é uma espécie de termômetro, que indica a quantas anda as relações sociais e pessoais. Deveria ser a última porta a ser batida, mas está se tornando a primeira. O fenômeno está causando o ingresso do excessivo número de demandas, que estão sobrecarregando o sistema. O preceito constitucional da inafastabilidade da jurisdição e o estabelecimento da jurisdição una, escolhidos pelo constituinte originário, de certa forma, mas não só isso, está entravando o sistema. 

Os juízes, promotores, serventuários, que “dão o seu sangue” para produzir o melhor, por mais que produzam, não conseguem acompanhar a nova ordem, que se estabelece diuturnamente em relação geométrica, da entrada de ações e os provimentos judiciais, que saem na proporção aritmética. Por mais que se produza, que se esforce, os números não consegue equalizar todos os feitos. Tornou-se uma espécie de “cacimba” que por mais que você retire a água da superfície, muito mais agua surge. 

Apesar do esforço sobre humano dos atores administrativos, há uma legislação instrumental antiga, que não corresponde efetivamente aos reclames de uma “modernidade líquida", na visão do pensador Polonês Zyhmund Bauman, que faz uma bela reflexão em torno dos tempos contemporâneos. O modelo instrumental não consegue acompanhar os clamores dos novos tempos, tratados com fórmulas velhas. Há uma efervescência social na busca de direitos, mas não está havendo boa vontade e equilíbrio no cumprimento dos deveres, que formam a paz social. Parece até que o brasileiro gosta de briga, mas, também, pode ser que a busca frequente ao judiciário reflita outra realidade, como o acesso mais fácil das camadas da população e, assim sendo, o sistema não está preparado para o fenômeno.

De uma forma, ou de outra, o Poder Judiciário vem implementando medidas para tentar resolver esse que é um problema visível e complexo. O modelo de jurisdição deve ser aperfeiçoado, melhorado, para que se molde às atuais conjunturas. O desafio está lançado. Uma prova disso são os constantes cursos de aperfeiçoamento que o Tribunal de Justiça da Paraíba vem promovendo para qualificar cada vez mais seus servidores e juízes, no trato com o jurisdicionado e o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional. Os parceiros são a ESMA E A UEPB. 

Esse final de semana o objeto da discussão foi em torno do Processo Civil e o ministrante foi o ex-colega Oficial de Justiça e, agora, magistrado, o professor Fábio José de Oliveira, que atua na cidade de Campina Grande. Foi uma aula diferente, participativa, com a família do judiciário tratando do processo de conhecimento no seu aspecto técnico, mas realizando uma reflexão consciente em torno do papel de cada um dos presentes no seio do poder judiciário, em vista de encontrar as melhores soluções para tentar resolver o problema. Técnicos e analistas judiciários, oficiais de justiça, assessores e juízes reflexionando em torno do tema, com as suas realidades funcionais próprias. 

O problema é mais de fundo do que de superfície e não podemos estar pensando hoje com legislações anacrônicas, de décadas, que cumpriram o seu papel no seu devido momento. Um aperfeiçoamento no âmbito processual é imprescindível. A tutela antecipada, as medidas cautelares, foram avanços importantes, mas é preciso ir mais além, sem soluções fragmentadas, encontrando saídas apropriadas para o momento, para que o sistema não ente “em pane”. O Novo Código de Processo Civil solucionará esse problema? Será que ele sai esse ano? Será que ele sai o ano que vem? Ou será que ele não sairá nunca? Com a palavra os nossos legisladores.

Tudo isso me fez lembrar o grande espírito JOANA DE ANGELIS, que em algumas passagens pelo planeta, em momentos diversos, pela lei da reencarnação, que faz parte da jurisdição divina, animou o corpo de Joana de Cuza, na época de Jesus; irmã Clara, com Francisco de Assis; Juana Inês de La cruz, a maior poetiza da língua hispânica; Joana Ângélica de Jesus, na época do Brasil colônia em Salvador. 

Na raiz de tudo o que falta é amor.

“O amor realmente deverá ser um dia a mais bela conduta, a mais significativa, a psicoterapêutica preventiva e curadora, tornando-se uma forma de religiosidade, que fascinará a todas as criaturas.”

Assim não haverá mais litígios e o Estado conseguirá colocar em voga um dos seus objetivos centrais: que está estampado no artigo terceiro da “Bíblia” do cidadão brasileiro:

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; 
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA