sexta-feira, 24 de agosto de 2012

ESLE DE 23 DE AGOSTO. BOM DEMAIS!


ESLE DE 23 DE AGOSTO. BOM DEMAIS!
                                      (Reynollds Augusto)
 
Em nossas vidas é de bom que tracemos projetos, para que eles sejam instrumentos de movimentação e, movimentando, possamos atingir nossas metas. Aliás, a vida é um grande movimento.  E é por isso que o nosso programa é chamado MÚSICA E MENSAGEM, RAZÃO E SENTIMENTO, NA VIDA EM MOVIMENTO. Ele é levado ao ar, de terça à sexta- feira, pelas 17 horas, no Brasil, na Rádio BOA NOVA DE ITAPORANGA, emissora da FUNCAR, ou pelo site http://www.sitesuperfacil.com.br/ssf/aovivo.php?id=6191 e , também, pelo Porta do Vale, do  amigo Rainério: www.portaldovale.net.
 

Precisamos ELABORAR BOAS MELODIAS ÀS NOSSAS VIDAS, EMBASADAS NA RAZÃO DA EXISTÊNCIA, PARA QUE POSSAMOS CONSTRUIR BONS SENTIMENTOS, CUJO MOVIMENTO JAMAIS SE ACABA.

Você sabe que tudo na vida é escolha e quem aprendeu a escolher bem, consegue encontrar o equilíbrio necessário. Agora, quem escolhe mal, por falta de consciência do que escolheu, vai sofrer um pouco, mesmo  com as atenuantes naturais; e quem continua a errar, sabendo que se encontra em erro, como diz o meu amigo, Joca, tá “pebado”. A vida nos cobra quando procuramos enganos e alimentamos ilusões, e nos compensa quando vivemos pautados pela lei do amor, que foi uma proposta por Jesus. A cada um segundo suas obras e ninguém sairá daí (do Planeta Terra), enquanto não pagar o último centavo.

Existem duas coisas, para mim elementares, que faço questão de regar, cuidar, zelar. Uma é estudar a DOUTRINA ESPÍRITA, que é Jesus de volta e nos traz teses perfeitas em torno das leis de Deus, que ajudam a promover a ordem das coisas. Tem gente que pensa que DEUS, está cochilando e não tem um “olhar” disciplinador para essa humanidade, que quando não é EGOISTA é ORGULHOSA. Ledo engano. 

A outra é estudar o Direito dos homens, o direito social, que começou raquítico, como raquítica era a percepção social e que hoje está se qualificando, com a maturidade.  Nossas leis não são as melhores, mas também, não são as piores e está em fase de aperfeiçoamento.  O bom mesmo é que colocássemos em prática apenas dois artigos básicos, que estão na “Constituição Divina”: “amar a Deus, sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Pronto. Estaria tudo resolvido. Pois quem ama, de verdade, não faz bobagens com o outro.

 Isso leva tempo, pois somos espíritos animalizados. Mas, já foi pior.

Como propósito de aperfeiçoar o espírito e estudar ideias que reforçam a alma, nós criamos o E.S.L. E (Educação Sentimentos e O Livro dos Espíritos). Ontem aprendemos que: “O QUE VOCÊ FAZ FALA TÃO ALTO, QUE NÃO CONSIGO OUVIR O QUE VOCÊ DIZ”. Entendeu? Se tivesse se dado a oportunidade de ir ao ESLE, ontem, teria ouvido grandes ensinamentos, com a experiência de cada um. Mas fique triste não, que hoje vamos discutir o tema no MUSICA E MENSAGEM, é só acessar http://www.sitesuperfacil.com.br/ssf/aovivo.php?id=6191, 17 horas e se quiser participar ligue 3451-2693.

Logo em seguida, continuamos o estudo da vida de Jerônimo Mendonça. Um espetáculo de força, alegria, entusiasmo, que deu a sua vida ao bem. E era tetraplégico, só movimentava a cabeça, o resto era paralisado. Viveu mais de 30 anos deitado em  uma cama.  Conversar com ele, nos fazia sentir vergonha do ser humano que somos.  E você ainda pensa que a sua vida não é boa.

Dizia ele: “Quem quer sempre a vida mansa/ Eis o aviso que interessa:/ Para aquele que descansa/ a morte vem mais depressa.

MOVIMENTE-SE, MEU AMIGO!

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Colégio Padre Diniz II


Colégio Padre Diniz II
( Reynollds Augusto)

Todos nós somos viajantes do universo e percorremos a estrada do infinito rumo à libertação, à experimentação, ao aprendizado, sem fim. Nós, os espíritas, apelidamos esse processo de “evolução”. E o início da estrada ninguém se lembra , se perdendo na imensidão do tempo, que não existe. Sabemos, apenas, e já é muito, que somos efeito de uma causa que, também, apelidamos de formas variadas: Deus, Iavé, Grande Arquiteto do Universo, uma força, Alá, e por aí vai...

Mas de uma coisa temos certeza e é uma verdade incontestável, inexorável: a vida é resultado de um grande pensamento.

Tudo que existe, só existe, porque, antes , “alguém” pensou. Este teclado, este computador, que nos possibilitam as maravilhas da informação , não poderiam existir se “alguém” não tivesse, antes, pensado. Então, primeiro o pensamento, e depois a forma.

No fundo, no fundo, as coisas concretas se tratam do pensamento materializado. Dessa forma, é logico concluir que , antes de tudo, veio, primeiro, o pensamento.

Sem o pensamento, não há formas, não há vida.

O pensamento vai se qualificando, vai evoluindo. Menos o pensamento da causa, que não precisa se aprimorar, pois já é perfeito, por excelência. Nós, diferentemente, fomos criados “simples e ignorantes” e daí por diante é por nossa conta. Nada de mágicas e sim de colheitas, pois Jesus, um dos mais qualificados agentes de Deus, já informara que “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

Sabemos que existem “coisas” planetas, formas, vida, que não poderiam, também, existir, sem que antes algo ou "alguém" pensasse. Foi por isso que Einstein afirmara que “a vida é um grande pensamento”. Cai por terra a tese materialista de que Deus, Iavé, Alá, Grande Arquiteto do Universo... e tudo mais, não existe. Esses são apenas nomes que se dão para a causa de tudo.

E por falar em pensamento ,mas uma vez regredi conscientemente ao passado, que se foi , mas que permanece no mundo interior. Se Trata da vida passada, permanente na vida presente. O Cenário ainda é o colégio Padre Diniz. Que serviu de palco para grandes emoções. Lá fizemos amigos , que hoje estão espalhado por esse mundo de meu Deus. Muitos Itaporanguenses estão espalhados por essa “aldeia global”, como na Alemanha, Portugal, Espanha... tão longe, mas tão perto, pois mantenho contato, quase que diariamente, com todos, por intermédio desse negócio chamado “face book”.

Alias, estudos científicos corroboram o que já sabíamos: Esse é um “vírus” resistente, pois que nem o corpo produz anticorpos para combatê-lo, nem há remédios para mata-lo. A única terapia é administrar para não esquecer a vida lá fora. Brincadeira!

Mas, de outra sorte, descobriu-se, também que a doença é boa, pois permite o reencontro com amigos do passado e do presente. Permite o alcançar de ideias diversas, nesse mundo plural. Desenvolve a tolerância, e o respeito a quem pensa diferente de nós e , em princípio, vamos descobrindo que o objetivo de todos, é encontrar a felicidade.

Mas, voltando ao Padre Diniz...

Eita, o texto tá ficando grande demais. Os” faceanos” não estão acostumados com textos longos. Depois conto essa estória...

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Envelhecimento Físico e Maturidade Emocional



Envelhecimento físico e maturidade emocional

( Rossandro Klinjey)

Certo dia fui levar meu avô para fazer sua caminhada matinal. Quando desci do carro, percebi que ele estava com meias e sandálias havaianas, uma bermuda xadrez e uma camisa listrada de botão, bem diferente de mim que estava com um tênis que combinava com a bermuda, com a camiseta e até com a pulseira do relógio. Então perguntei indignado: - Vô! Que roupa é essa? Ao que ele respondeu sorrindo: - Meu filho, na minha idade a gente se preocupa com o nosso conforto, já na sua, a preocupação é com a opinião dos outros.

Na época eu já estava com trinta anos e meu avô com 83. Foi naquele momento que tive a prova viva do que vinha estudando em muitas pesquisas sobre crescimento emocional, as quais preconizam a tese de que se a maturidade nos trás o ônus da perda de vigor físico, por outro lado nos recompensa com a leveza de uma vida mais interior, e menos angustiada em satisfazer os padrões sociais. Para muitos pesquisadores, é a partir dos 50 anos que começamos a experimentar mais conscientemente a felicidade e a suavidade da vida.

E a tão decantada juventude, com seu vigor e beleza, é também uma época de muitas angústias, tensões, conflitos e desafios. Uma fase da vida na qual negligenciamos nossas necessidades mais íntimas, tudo para sermos aceitos e não entrarmos em desacordo com as normas dos grupos dos quais fazemos parte.

Vivemos, em nosso país, uma mudança na expectativa de vida que nos tem feito se aproximar dos índices dos países desenvolvidos, e já percebe-se também uma busca, não apenas por viver mais, mas por viver melhor, com qualidade de vida.

Agora os cuidados não são de uma busca de juventude eterna, que sabemos impossível, mas de retardar, e isso já é possível, os efeitos físicos do envelhecimento, aproveitando a maturidade que o tempo nos trás com a saúde, o que nos permite conciliar o melhor das duas fases da vida.

Antes dos trinta anos, minha música predileta era “Meu Mundo e Nada Mais” de Guilherme Arantes. Num de seus trechos ele diz: “quando fui ferido vi tudo mudar das verdades que eu sabia”. De certa forma para mim soava como a música de alguém machucado pela vida, que sofreu, enfim, da vítima. Presentemente, a maturidade que vem chegando, tem me permitido ver a vida de uma perspectiva mais serena, de uma existência não de apenas de lutas e dores, porém, sobretudo, de aprendizado. É por isso que minha música predileta hoje é “Tocando em Frente” de Almir Sater e Renato Teixeira, especialmente quando diz: “ando devagar porque já tive pressa, e levo esse sorriso porque já chorei demais, cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz, de ser feliz”.

Eu sei que existem muitos “adultecentes”, adultos que não aproveitam uma das melhores coisas da vida, a maturidade emocional, posto que esta não é necessariamente correspondente à idade. Mas, sempre é tempo de se permitir amadurecer, que nada mais é do que uma espécie de renascimento.

A escritora belga Marguerite Yourcenar, pode nos ajudar a compreender melhor esse renascimento. Entre tantas obras que publicou, destaco um livro de 1983, intitulado “O Tempo, Esse Grande Escultor”. Numa de suas frases mais conhecidas ela afirma que “O nosso verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar de inteligência sobre nós próprios”. Esse “olhar de inteligência” é a maturidade, que nos permite observar sob ângulos mais lúcidos todos os aspectos da nossa vida.

São João do Colégio Padre Diniz


 (Kadinho)

SÃO JOÃO NO COLÉGIO PADRE DINIZ
                                                                            ( Reynollds Augusto)

Eu estou cada vez mais apreciando os escritos da Laura Pereira, pois eles nos transportam ao passado, tão presente na subjetividade pessoal. São emoções que alimentam a alma e nos faz reviver momentos, alegrias, imagens de um tempo que não volta mais. O relógio do tempo não atrasa e nos leva sempre para o futuro, que logo, logo, se transforma em presente e que , sem que menos esperemos, transmuta-se em passado.

É a dança do tempo que nos faz bailar na concretude da vida, que mais parece até virtual, pela impermanencia de que se reveste. Talvez tenha sido por isso que o grande Einstein tenha defendido que não existe tempo e que tudo parece mais uma mentira. Daqui a pouco, seremos todos “história”. São conjunturas filosóficas que a nossa mente não consegue alcançar, mas que tem um enorme fundo de verdade.

Tempo, tempo, tempo. O que é o tempo? Não sabemos responder, pois ele existe, sem existir. Parodiando o grande Santo Agostinho:“ Se não perguntarem o que é, eu sei responder. Mas se me perguntarem, eu não sei”. Mais ou menos isso.

As memórias de Laura me faz relembrar outra comemoração, de outra festa junina, que está guardada no passado distante, mas tão presente, tão ao meu alcance. O éter da existência congelou esses momentos. Aliás, os estudiosos dizem que há um tipo de sensibilidade, em algumas pessoas, que faz com que elas consigam acessar o passado vivido, apreciando a vivência experimentada, como se estivessem assistindo um filme, em sua tela mental. Quem usa muito desses sensitivos é a polícia federal americana, para perseguir fatos criminosos, chegando ao seu autor. Essa é um tipo de mediunidade, que esqueci o nome, no momento. Deve ser interessante possuir esse sentido a mais.

Mas, nesse momento, estou acessando um tipo de sensibilidade que faz parte do mundo de todos: a lembrança. Relembrar é reviver novamente, diz a sabedoria popular. Refiro-me as festas juninas do inesquecível Colégio Padre Diniz.

Já no mês de maio os olhares começavam a se cruzar, na busca do par perfeito, para que se pudesse comemorar festas dos santos: Santo Antônio, São João e São Pedro. A magia da época potencializava as emoções. Muitas garotas belas, envergonhadas, indecisas. Muitos garotos feios, como eu, que diferentemente de Laura, tinha que buscar um par, sob pena de ficar de fora da festança de São João. O receio de ser rejeitado era tremendo, mas a esperança de encontrar uma bela garota era mais forte. No final tudo dava certo e sempre nos dava bem, pois encontrávamos o par perfeito, para dançar as belas músicas de época.

“Olha pro céu meu amor, veja como ele está lindo. Olha praquele balão multicor, que lá no céu vai surgindo…”

A festa do colégio Padre Diniz acontecia na quadra ao lado. Essa quadra foi objeto de um mundo de travessias infantis. Lá jogamos muita bola escondidos das freiras. Para chegar ao seu interior o exército de moleques pulavam o muro. Para sair era preciso chamar a Polícia Militar, que espalhava a molecada á procura de um muro mais baixo, para fugir das perseguições dos gordos policiais, pela mata, que hoje se transformou em área urbana, indicando que a nossa cidade cada vez mais cresce.

Os tempos são outros e a emoção hoje, não é mais a mesma. O encanto de outrora desapareceu. O Colégio Padre Diniz e o Ginásio do Padre Zé, sempre fez a felicidade de muita gente. São memórias; é vida que alimenta a vida, que não cessa , rumo ao infinito, nosso fim.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

domingo, 19 de agosto de 2012

Lembranças das Festas Juninas

Lembranças das Festas Juninas
                                                                                                  ( Laura Pereira)

Relembrar o passado é como encontrar um livro antigo, que estava perdido na estante, entre tantos outros, esquecido e envelhecido. Aí a gente se surpreende por encontrá-lo e vai passando, devagar, página por página, tentando lembrar daqueles episódios que já vimos, já vivemos, mas que valem a pena ver de novo, ler, se emocionar e se tranportar para um tempo que só existe no limite de nossas memórias.

O livro tem algumas páginas que o tempo implacável não fez perdurar, e apagou sem pena. Outras páginas foram ruídas pelas traças e outras ainda foram destacadas (arrancadas) por alguém que nos roubou os sonhos… Folheando o livro das memórias, (e vou escrever antes que eu me esqueça), lembrei-me das festas juninas do Colégio Diocesano “Dom João da Mata”, que naquele tempo chamávamos de “a festa do Ginásio”… para mim era a festa do ano.

Quando chegava o mês de maio, os jovens de Itaporanga logo se agitavam para dançar a quadrilha do Ginásio. Era gente de todas as escolas, e eu, claro, estava na fila das primeiras (o chato é que todas as vezes, eu era quem tinha de chamar o meu “par”) o garoto, e isso me dava uma vergonha tremenda. Mas, depois de “aceita”, o segundo passo seria os ensaios. Lá na cantina, à noite, ao som das eternas músicas juninas, “Dodoido” marcava a quadrilha “alavantú, anarrié, balancê…” era um mês todinho de ensaios, que chegavam a ser mais divertidos do que no dia da apresentação.

Então, finalmente chega o dia da festa, do forró do Ginásio. Logo na entrada estavam dois professores bem conhecidos, só podia entrar se o casal estivesse junto e isso às vezes demorava a acontecer. Uma vez lá dentro, dava gosto ver as banderolas coloridas, as mesas bem arrumadas, as comidas gostosas espalhadas na mesa onde Bidia e Nilda cuidavam com zelo, a banda simples que animava a festa… nunca vi festa tão animada!

“Eita banda boa, banda que sabia tocar, “quando essa banda começa…” Nessa época, início dos anos 80, o Trio Nordestino e os Três do Nordeste estavam no auge e as músicas deles faziam a alegria do pessoal, era forró a noite inteira.

Eu contava os dias para chegar logo aquela noite mágica, pensava no modelo do vestido de chita, na costureira, na sandália… ficava ansiosa para dançar a quadrilha, para me embrenhar naquele emaranhado de pessoas que faziam a poeira subir. A banda tocava “Você faz de mim neném, molequinho tão dengoso e eu fico furioso… um neném, bonitinho…”

E assim era a noite toda, até o sol amanhecer “clarear e pegar o sol com a mão, o sol com a mão até o dia clarear…”

Em Itaporanga era assim, uma banda simples era capaz de animar as festas de junho como nenhuma outra poderia fazer, o “palhoção” (grande passarela de madeira coberta com palhas de côco) era o palco de danças regionais e quadrilhas, não tinha o requinte de hoje, em compensação, as bandas atuais jamais animarão as pessoas como as simples de antigamente…

O livro das memórias passadas tem páginas cobertas de pó, algumas parecem pergaminhos, de tão velhas que estão, mas lá estão registradas etapas de nossas vidas e podemos ler de várias maneiras, do meio para fim, do começo, abrir por acaso… não é uma maravilha ter memórias para lembrar? “Parece com não morrer”, com reviver… e ainda temos a chance de reinventar o final desse livro maravilhoso, pois mesmo o que esquecemos fica gravado eternamente no registro akáshico e lá, certamente, estão todas as noites de São João do Colégio Diocesano, o nosso inesquecível Ginásio de Padre Zé.