sexta-feira, 9 de março de 2012

Outra Visão

Outra Visão
(Reynollds Augusto)
Hoje eu assisti uma entrevista motivadora do Reynaldo Gianecchini, no vídeo show.

Todos nós sabemos que o ator foi acometido por uma espécie de câncer que o tirou dos palcos da arte, por alguns momentos, mas o fez renascer para o “palco” da vida.

A nossa visão da existência sempre muda quando somos envolvidos por essas experiências de impacto. É uma espécie de puxão de orelhas que Deus nos dá para que voltemos a estrada certa e deixemos as ilusões de lado. Quando o fenômeno nos acontece, geralmente mudamos, e para melhor. É como se estivéssemos desacordados e alguém nos dá aqueles solavancos para recobrarmos a consciência. Esse é o solavanco da vida que nos faz despertar para os objetivos maiores da existência.

Tenho certeza que nasceu um novo Gianecchini e que o outro deve ter morrido consigo. Ele confidenciou que voltou mais humano, preocupando-se melhor com o semelhante, com as pessoas. Sente a necessidade de se integrar mais com a natureza e observar os detalhes da vida que a correria  apagou do nosso proceder.

Geralmente quase todos nós passamos a maior parte da vida presos em paredes de concreto e não saímos para respirar um ar puro, dar uma caminhada para ver o nascer ou o pôr o sol. Fazemos amigos digitais e esquecemo-nos dos “bates papos” com os amigos reais. Não tempos tempo para sair, mudar a rotina, caminhar, sair de nossas prisões, que os tempos modernos criaram e que nos dão uma aparente segurança. Passamos uma encarnação todinha fazendo tudo da mesma forma e do mesmo jeito e não apreciamos os simples detalhes  que nós carreiam à verdadeira felicidade. Esquecemos de dizer aos nossos parentes, mulher, filhos, mães, pais, irmãos, que os amamos.

Não podemos perder tempo com essas bobagens, dizemos.

Eu e o meu amigo Tião, lá de Catingueira, tivemos uns solavanco desses. Só que os nossos, os impactos foram maiores e mais sofríveis. Acidente de moto, perda temporária de consciência, com estado de coma e tudo. Mas serviu de impulso para que pudéssemos apreciar melhor a caminhada e procurar o que realmente interessa. Foi um dor que ajudou. Voltamos felizes para viver o resto da existência física, que passa ligeirinho, sem muitas ilusões.

Ontem o Esle, do Centro Espírita Jesus de Nazareth, que acontece todas as quintas pelas 20 horas, tratou desse tema. O que é a vida? E como conduzi-la? As abstrações dos temas propostos pelos imortais nos dão uma sensação de felicidade e paz interior que nos alimentam a alma. O difícil é quando você sai da casa espírita e tem que enfrentar um mundo que nos induz aos enganos, às ilusões, onde o orgulho e egoísmo são os condutores. Mas é essa a “guerra”. Saber dizer “sim, sim; não, não”, sem esmorecer e “ser do mundo, sem pertencer ao mundo”.

Nós precisamos entender o recado da dor para nossas vidas e mudar de direção enquanto há tempo. Tem gente que quando a dor surge faz de conta que é mentira e tenta encobri-la, tomando mais e mais analgésicos, sem  se   preocuparem  em atacar a raíz. Compram coisas para enganar a si mesmo, viajam e fazem de conta que o desafio não existe. É uma fuga psicológica.


Tem gente que não admite, protesta contra Deus, blasfema e se revolta dizendo que “isso não poderia ter acontecido comigo” e botam a culpa no “diabo”, que seria o responsável por tudo de ruim que  acontece e depois ficam barganhando com o criador,  e  dão os seus bens a alguns desses pastores da inconsciência, para que eles possam intermediar um milagre a solucionar o problema, que é nosso genuinamente.

Há pessoas que se ensimesmam e sofrem, não conseguindo sair do “embaraço” e não entendem que o obstáculo, sempre transponível, na verdade, é o chamamento de Deus para que possamos substituir valores e encontrar soluções que são desafios que fazem parte do nosso histórico pessoal rumo à evolução pessoal.

De uma forma ou de outra, são oportunidades de crescimento espiritual que a vida nos proporciona para mudarmos de direção e encontrar a verdadeira felicidade que não está nas coisas e sim no âmago, pois se trata de um estado interior conquistado.

 

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.

Jovem de 19 anos morre em acidente de moto na zona rural de Santana de Mangueira

Acidente foi em um sítio de difícil acesso, e a polícia só conseguiu chegar ao local horas depois

Por Redação da Folha

O corpo do jovem Geano Guabiraba da Silva, de 19 anos, foi encontrado por populares na manhã dessa quinta-feira, 8, em uma estrada do sítio Malhada, município de Santana de Mangueira, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

O rapaz, que era solteiro e residia no sítio Poço dos Cachorros, foi vítima de um acidente de moto provavelmente na noite anterior. O veículo (uma Honda MOH-4014) que ele conduzia chocou-se violentamente contra uma barreira e uma cerca de arame, ocasionando a morte.

Valdecir Guabiraba, tio da vítima, foi quem acionou o destacamento de Santana de Mangueira. Mas em função do sítio ser de difícil acesso, a polícia só chegou ao local no começo da tarde e, depois da perícia, o corpo foi encaminhado ao IML de Patos, sendo, em  seguida, entregue à família para o sepultamento.  

Foto: Arquivo - os jovens são as maiores vítimas de acidentes de moto na região.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Vídeo extraído do DVD do grupo paraibano de forró pé-de-serra Clã Brasil, gravado no Teatro Paulo Pontes (Espaço Cultural), em João Pessoa.



Mais vídeos, músicas e informações acesse:
www.clabrasil.com.br

domingo, 4 de março de 2012

TRIBUTO A DEDÉ DO CANTINHO

http://www.camaraitaporanga.pb.gov.br/images/fotos_p2_news/1258198439.jpg 

As meninas do Clã Brasil ou as meninas de Badu prestas homenagem aquele que foi oinício de tudo: Dedé do Cantinho, que é avô de Zé Badú e consequentemente bisavô das três.