sábado, 26 de novembro de 2011

É BOM FALAR NISSO: MORTE E DROGAS NA PAUTA

É BOM FALAR NISSO: Morte e Drogas na Pauta .
(Reynollds Augusto)

Fala-se muito em muitos temas, mas fala-se pouco em um tema que realmente interessa: a morte.

Calma leitor! Se assuste não, pois quem entende a “morte” vive melhor a Vida. E isso é certo.

O tema de hoje está proposto devido termos realizado a aula de n° 07 do ESLE (Educação dos Sentimentos com O LIVRO DOS ESPÍRITOS) que se realizam todas as quintas, pelas 20 horas, no Centro Espírita Jesus de Nazareth, no sempre centro de seu Fernão e Dona Maria.

Houve uma discussão geral em torno da morte

Mas os imortais dizem algo interessante: morrer não dói.

Afirmam que há uma perturbação natural na morte de cada um e esse grau vai depender do nível de conhecimento que temos sobre o tema e que varia em cada caso concreto, como dizem os meus amigos advogados. O fato é que você somente consegue ter uma idéia precisa que “bateu as caçoletas” quando o perispírito se desprende do corpo físico e é aí que você toma pé da situação, isso se não for muito materialista. Parece uma coisa assustadora. Você se vê, se toca, sé sente, mas ao mesmo tempo ver seu corpo em uma urna funerária para ser enterrado. Imaginem que susto, se não teve condições de entender o que é a morte. Você está vivo e ver o seu corpo preparado para ser enterrado e o chororô próprio dos funerais.

Mas, em muitos casos, isso é verdade. Pelo menos na maioria dos casos concretos. Infelizmente as religiões tradicionais, com seus dogmas humanos, afastaram os seus profitentes da realidade desse tema e muitos ficam até com raiva pelas informações equivocadas que alimentaram, quando se vêem desligado do corpo físico.

Mas o fato é que quando a alma desencarna, ela não tem consciência imediata de si mesma. Ela passa algum tempo em estado de perturbação. O livro dos espíritos trata disso no tema perturbação espiritual “a partir da questão 163. E o bom é que você pode adquiri-lo de graça pela internet, fazendo download, é só clicar no Glooger: Download de O Livro dos Espíritos” e conferir. Leia, entenda, para que quando chegar o dia de você “bater as caçoletas” não se perturbar tanto. Pois nunca sabemos realmente o dia e pode ser amanhã ou daqui algumas decadas, que chega ligeiro.

A grande verdade é que estamos prisioneiro da carne, do corpo, que é um instrumental que Deus nos empresta para que possamos evoluir em razão e sentimento. E é Isso é que é a verdadeira salvação: aprimoramento, nessa vida que não tem fim.

O fim do corpo é certo, mas ele liberta a individualidade pensante que segue caminhando à plenitude relativa, pois a absoluta só Deus possui.

Mas morrer é se libertar e nós somos tão materialistas que sequer queremos falar sobre o assunto e por isso os nossos filhos elegem os valores fugidios e vão á procura das drogas, uma fuga da realidade. Não lhes damos valores morais e sentido espiritual da existência e quando os “bichinhos” caem pelo chamamento do mundo, a “casa se desarruma” e o sofrimento chega e culpamos a má sorte. Mas na verdade a nossa incúria e a nossa falta de orientação espiritual contribuíram para esse desmantelo e vamos chorar, chorar e chorar e há pais que quando descobrem o problema, talvez nem tenha mais solução ou  ela  se encontre muito distante.

Mas eu quero bater palmas. Palmas à pastora Celma, pela iniciativa de levar à sociedade, neste dia 26 de novembro, um problema que as famílias parecem querer colocar embaixo do tapete e as autoridades fazem de conta que não existe: o uso das drogas. Se você der uma espiadela, em Itaporanga há mais bares do que espaço para saúde. Até na beira da Br tem alguns bares e o bar é a porta de entrada para drogas maiores. E a droga é a certeza de uma morte triste e uma perturbação tremenda, quando o desencarne chega.

Os enganos e as más escolhas refletirão em nossa vida pessoal e a dor chega junto, para o despertar da consciência em torno das melhores escolhas, pois o espírito humano precisa se depurar. Isso é da lei de Deus que afirma: “nenhuma só das ovelhas do meu Pai se perderá”, segundo Jesus.

Não vale a pena perder a vida morrendo física e moralmente escolhendo usar drogas. É preciso instruir objetivamente, mostrando aos adolescentes, que a droga não compensa e que vai lhe render muito sofrimento e perca de tempo. Os sermões nesse momento não ajudam muito.

Mas, o mais importante: é preciso educar. Para que os nossos filhos saibam o que é a vida, entendendo  a morte que  é um passo para a libertação do espírito imortal, mas que a morte moral é o causador de muita dor, sofrimento e arrependimento. Dizer “não” nesse momento, faz a diferença. Ensinar aos filhos o que é viver, resolve a situação.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

PENSE DIREITO I - " A NECESSIDADE DA PENA"

PENSE DIREIO I
A NECESSIDADE DA PENA
(Reynollds Augusto)

Na minha infância querida, as nossas mães precisavam desenvolver técnicas próprias de educação para “aprumar” o nosso proceder. A surra era uma delas. Os corretivos eram necessários, pois a molecada da eterna Rua Pedro Américo, hoje Soares Madruga, desafiava a razão e fazia coisa que nem Deus acreditava. As coitadas das mães não podiam usar de outro mecanismo e as formas de castigo eram cada vez mais aperfeiçoadas. Hoje uma “peinha” um pouco mais convincente, pode lhe render uns dias de cadeia e talvez seja por isso que as nossas crianças estejam mais desafiadoras e menos responsáveis. Mas tudo evolui para o acerto e as peias de ontem eram mais educativas e as de hoje, em muitas vezes, é um descarga inconsciente dos pais perturbados que a transformam em espaçamento e o legislador, que não é besta, viu que os eles  estavam exagerando na dose e maltratando os filhos.
A minha mãe, Nizeuda Augusto, usava um instrumento convincente, que não dava para contrariar. Ela que exercia os três poderes dentro do lar, institui a pena do “Fio de Cadeira”. Esse, meus amigos, não só fazia o corpo sofrer, mas também a alma, corrigindo qualquer distorção de personalidade.  E ainda causava um efeito psicológico fora do comum, pois ela colocava os “bichinhos” pendurados no armador central da porta de entrada e com isso descobrira que “fio de cadeira de balanços” também “falava”. E aquele me dizia para agir bem quando saísse à rua, senão ele seria usado. Eu via quase o fio dando aquele risinho sarcástico.
O grande Blaise Pascal já disse que “A Justiça sem a força é impotente e a força sem justiça é tirania”. Sábias palavras.
É tradicional a entrega de prêmios, pela sociedade, aos seus filhos que fazem o bem ou que se destacam.  Os artistas recebem Oscar; os sacerdotes viram santos; é homenageado o bom aluno e por aí vai. São prêmios para estimular os outros elementos da sociedade a sempre fazerem o que é certo. É um mecanismo de recompensa.
O fato é como somos um planeta de “provas e expiação” e aqui moram espíritos recalcitrantes. O Estado precisa ter o seu “Fio de Cadeira”, senão a coisa desanda e o desequilíbrio corre à solta. Essa semana nós vimos nos televisivos uma “quadrilha” familiar com pai, mãe e filhos, desviando dinheiro público, na cidade de Limeira-Sp. O gestor e a sua trupe, à primeira vista, estavam enriquecendo-se ilicitamente.
Eu fico com o pé atrás quando a imprensa noticia alguma coisa, pois ela já condena de logo o futuro réu, que ás vezes é plenamente inocente, já ficando crucificado e no mais das vezes, quando a investigação se aprofunda, descobre-se que o mesmo não tinha “culpa no cartório”. Aí, leitores, já foi e a lesão moral já aconteceu e não tem juiz no mundo que consiga restabelecer plenamente o estado anterior. Mesmo a vítima recebendo “alguns trocados” não cura a ferida ocasionada pela versão irresponsável dos noticiosos.
Existe uma lei maior, natural, que abarca a todos indistintamente e ela se chama “lei de causa e efeito”, que também é um axioma humano, ou seja, “a cada um segundo suas obras”. Partindo do princípio que o nada não cria nada, porque o nada não existe e que a vida inteligente é criação de um ser inteligentíssimo, concluímos que a existência tem uma diretiva fatal, que é a evolução. Nós fomos criados para evoluir e tudo é conquista e conseqüência e nada é graça ou privilégio. Uma boa parte dos religiosos, que não concordo, chama isso de “salvação. Os espíritas chamam mais judiciosamente de evolução que é uma das forças da lei do progresso.
Ainda é preciso punir os criminosos para que sirva de exemplo para os potenciais criminosos do futuro. Se o estado afrouxa, a vida em comunidade corre solta e sem equilíbrio.  Saímos da Pena de Talião, o chamado “olho por olho e dente por dente”. A pena de morte também foi erradicada em alguns países, pois é provado que não resolve o problema. O Estado humanizou as penas, pois ela deve ter um caráter reeducativo, possibilitando que o criminoso volte à sociedade como uma pessoa honesta e útil. Nada de vingança institucional. Criaram-se as penas alternativas como a prestação de serviço à comunidade e também a reparação do dano.
Chegará um tempo que não precisará haver mais penas, devido ao alto grau de compreensão dos moradores do Planeta sobre o objetivo maior da vida. Nessa fase já teremos combatido o orgulho e o egoísmo, as grandes chagas da humanidade e o bem será regra e não exceção.

PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pelas Barbas de Lula

Pelas Barbas do Lula

Pelas barbas de Lula

Por carlos alberto ferreira em 20/11/2011 no http://www.itaporanga.net/

 
No tempo de Cícero, os romanos, quando imprecavam a seus deuses, não faziam por menos: invocavam Júpiter. Na famosa defesa "Pro Milone", o grande orador, volta e meia, clamava: "Por Júpiter!".

 

Os árabes, sem a tradição helênica do Parnaso, invocavam as barbas do profeta ou, mais explicitamente, as barbas de Maomé.

 

Os cubanos não chegaram a tanto, tiveram seus problemas e nunca juraram palas barbas de Fidel. Quanto a nós, brasileiros, temos alguns barbudos, mas nenhum deles é espetacular -o mais notório seria Leonardo Boff, cujas barbas impõem certo respeito.

 
Durante anos e anos, nós nos habituamos com as barbas de Lula, que no início eram agressivas, quase ameaçadoras, assustavam a burguesia e a classe média, provocava a polícia. Com o tempo, e a cancha adquirida por aí, ele amenizou suas barbas e com elas encantou o mundo, apesar de alguns foras que, volta e meia, costuma dar.

 
Eis que num acidente de percurso (simplesmente isso, acidente de percurso, que logo será superado), ele aparece sem barba e sem cabelo. Como não é ingrato, manteve o bigode. Ficou bem mais jovem, bonito e, sobretudo, com uma cara mais do que saudável. É lugar pacífico na medicina que certas doenças, as mais graves por sinal, são produtos da cabeça, da chamada "cuca". Os olhos afundam, as bochechas caem, o riso desaparece ou fica amarelo.

 
Pois a cara de Lula é a maior prova de que ele vai tirar de letra o seu problema atual. Nos tempos da barba, ele parecia cansado, esbaforido, chegava às vezes a parecer sinistro. Agora não. É um rosto de quase adolescente, doce, uma garantia de que, apesar de tudo, está de bem com a vida.


 
Parabéns ao Texto de n° 4603 do Carlos Alberto, no Itaporanga.net

( Reynollds Augusto)



O texto do articulista Carlos Alberto de n° 4603- PELA BARBAS DE LULA- é de uma lucidez própria, como são todos os seus escritos. Gosto de ler o que ele escreve, a coerência é visível. Sobre as barbas de Lula é exatamente isso que aconteceu, parece até que nasceu um novo Lula, mais simpático e mais forte, ladeado pela esposa, companheira de todos os tempos e esteio emocional daquele que mudou a face do nosso País, e para melhor.



Arrumou a imagem para enfrentar essa que é, com certeza, a maior “briga” de sua vida. O sorriso do rosto indica que o nosso ex-presidente irá vencer mais uma batalha, no enfrentamento de uma das doenças do século e que na verdade é efeito das nossas escolhas equivocadas. O corpo responde, naturalmente, por todos os nossos excessos, mais cedo ou mais tarde e o que comemos, o que bebemos, gera em nossas vidas muitas doenças. E a coisa se agrava ainda mais quando fumamos e bebemos muita bebida alcoólica. Colocamos muito “lixo” para dentro, nesse instrumento que usamos e que é o “templo do Espírito”.



Isso me dá uma saudade danada do meu irmão espírita e médico da cidade de Campina Grande e Catingueira, Dr Fernando Loureiro. Aquele sim nos ensina a como comer bem, para bem viver.



Essa sociedade industrial nos tira cada vez mais os anos de vida e somos forçados a voltar à pátria espiritual mais cedo. Os nossos antepassados tinham mais qualidade de vida, pois se alimentavam diretamente dos frutos da terra e não precisavam comer venenos, com o nome de alimentos, para nos matar, como acontece nos dias de hoje.



O arroz da terra, o feijaozinho da vovó, o ovo de capoeira, os “ponches’ naturais, daquela que foi a minha segunda mãe, saíram de cena. Tudo isso me deixa saudosista e concluo o quanto nos alimentávamos melhor. Talvez tenha sido por isso que as pessoas viviam mais.



O termo barba tem uma visível relação com a seriedade e com o respeito, mas é apenas um símbolo. De outra sorte, representava aqueles que agiam nos ambientes revolucionários. Também, o religioso, que antropomorfiza Deus, sempre o visualiza como um velhinho, de longas barbas,exprimindo respeito. Mas parece que os valores estão sendo perdidos e não repassados para as atuais gerações, causando o torpor dos comportamentos que interessam. Os nossos jovens não respeitam mais os velhinhos e a culpa é nossa.



O fato é que quando nascemos, começamos a “morrer” (desencarnar), mas essa volta pode acontecer mais cedo por conta de nossos excessos. O fato também, é que Lula sempre usou o seu vozeirão para defender suas idéias e chegou ao ponto de ser o administrador desse país e esperamos que a lesão ocasionada possa ser resolvida, restabelecendo a sua saúde.
 
Quem sabe se ele ainda não terá tempo para conduzir mais uma vez essa nação de possibilidades?



Esperemos.



PENSE NISSO ! MAS PENSE AGORA.