domingo, 24 de outubro de 2010

Finalmente! Geisy Arruda nua na capa da revista Sexy’

Demorou, mas conseguiram tirar a roupa de Geisy Arruda. Conforme o EGO já havia adiantado, a loira, que ganhou fama depois de ser hostilizada na Universidade Bandeirante (Uniban), é capa e recheio da edição de aniversário da revista ‘Sexy’, em novembro.

Geisy havia negado que fosse posar nua, mas deu algumas pistas de como seria seu ensaio caso mudasse de ideia.

“Não tem proposta nenhuma, não. É boato. Mas se fosse posar, teria que ser algo no meu estilo, polêmico, com uma revista rosa, que desse o que falar. Se fosse posar nua, não seria no Brasil. Acho que os cenários daqui já foram muito explorados. Teria que ser numa paisagem exótica, picante e que tivesse outras pessoas”, disse à época.

Pois a moça mudou e, além de aparecer com o indefectível vestidinho rosa que lhe deu fama na capa da publicação, Geisy foi levada para Punta Del Este, no Uruguai, para fazer as fotos do ensaio em um hotel de luxo. Em uma delas, a ex-universitária aparece com o bumbum virado para uma estátua de um dragão. O lançamento da revista acontece no dia 8 de novembro, em São Paulo. Promete! 

geisy
G1

O Sertão Está Diferente

O Sertão Está Diferente
(Reynollds Augusto)


De repente o clima mudou, o frio chegou e a esperança atingiu em cheio o sertanejo. Nós interioranos e “cabras da peste” temos um amor incondicional pela chuva que demora a se apresentar e estamos novamente em lua de mel. Os reservatórios já estavam baixando ao ponto de Pedro Filho, rapaz comprometido de verdade com a boa distribuição de água em nossa Terra, já ter feito uma tabela dos dias que chegaria água nas torneiras em todos os setores. A ordem é economizar o líquido precioso. Não sei como ainda tem gente que usa a água tratada da cagepa para lavar os seus carros desperdiçando o precioso líquido. Se pelo menos fosse usado um balde ou dois, ai sim.


Isso é pura inconsciência.


Somos um dos povos que mais desperdiça água tratada no mundo e agora com um agravante, a turma comprou um motorzinho para fazer com que a pressão da água aumente na limpeza dos autos. Não sabemos o que estamos fazendo. Esse desperdício em países mais civilizados doeria no bolso e em outros, com escassez constante , daria até prisão. E tem as lavadoras de calçadas que poderiam fazer a limpeza com pelo menos um pouco do líquido, mas só se contentam em ver a água jorrando, jorrando. “Êta” povo deseducado.


Ainda bem que a chuva chegou para espantar o calor e refrescar corpo e a alma e não ha nada mais lindo do que sair por aí divisando as nuvens cinzentas em confronto com o sol majestoso “brigando” para ver qual dos dois vai aparecer para encantar os olhos de nós pobres mortais, fisicamente falando, e ricos espíritos imortais caminhando nessa estrada que não tem fim. É claro que o fenômeno pode ser passageiro, pois o nosso planeta anda meio que desorientado por conta do homem, o ser que mais maltrata a natureza e tudo em nome da produção (de bobagens) e do consumismo (alienante).


Mas enquanto ela não vai vamos aproveitar o momento atual que deve ficar registrado em nossa memória e no nosso histórico interior. Se bem que há pessoas que não tratam disso e nem se apercebem da beleza da natureza, são os anestesiados da vida e vivem como autômatos sociais, fazendo sempre a mesma coisa e do mesmo jeito até bater as botas. Coitados. Não sabem que a felicidade se encontra nas coisas simples da vida. Vão querer voltar atrás, mas agora só em outra reencarnação, Deus sabe lá quando, pois a fila para voltar é grande.


Mas eu sempre gostei da chuva, desde quando era moleque pequeno. Agora depois de moleque grande, só me resta a saudade. Lembro-me, com alegria, que nós saíamos por aí disputando quem conseguiria imitar o som do trovão e o que mais gritasse e se aproximasse do estrondo dos céus, seria premiado com a melhor castanhola, que infelizmente está se extinguindo pelas bandas de cá. E haja antiinflamatório para a garganta. E haja peia das mães.


- “Menino se tu for novamente sair por aí imitando o trovão vai apanhar...”


Coisas de mãe e coisas de meninos traquinos que aproveitaram bem a infância.


E a corrida de barquinhos de papeis que colocávamos no “meio fio da rua”! Era um espetáculo. Começando lá do início da Pedro Américo até chegar ao bueiro da casa do saudoso Birato, descendo aquela correnteza de água, frenética . Era Uma festa! O empenho era para fazer com que os “titaniquinhos” não se desmanchassem durante o percurso e o meu, coitado, não dava nem para o começo. Mas naquele tempo os pingos d’água era um escândalo de grande. Na chegada era uma festa. Depois descobrimos o segredo. É que tinha uns amigos gaiatos, fichas sujas infantis, que colavam as bordas do barco para ele não desmanchar. Quando descobrimos foi aquela confusão.


Mas aproveitemos a chuva, o frio, o cheiro no ar da terra molhada, pois isso são momentos que não devem ser perdidos e enriquece a alma com satisfação. Saíamos por aí apreciando a beleza da natureza que é obra de Deus e que oferece aos seus filhos o melhor, mesmo que sejamos ingratos e não aprendamos ainda o sentido da vida. Isso dura pouco e não volta mais.


PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA