sábado, 10 de julho de 2010

AS NOSSAS ESCOLHAS



As Escolhas


( Reynollds Augusto)



Nesse dia 09 de julho deste ano, o Programa Música e Mensagem, que é levado ao ar pela RÁDIO BOA NOVA FM, todas as quartas e sextas pelas 17h00min horas discutiu um tema interessante e que nos interessa a todos. “As Escolhas”. Só senti a falta do meu companheiro de debate DANYLO JONHNATAN, filho dos meus amigos e irmãos “Maria e Vander”. O garoto faz um sucesso danado por conta de sua lógica de entendimento em torno das grandes questões. É um jovem que está fazendo as boas escolhas.


Já notou que a vida é o resultado das escolhas e quem escolhe bem se dá bem e quem escolhe mal de dá mal. Tudo fruto das leis de Deus, que assevera que a cada um é segundo suas obras e que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. É a jurisdição divina que é implacável em suas sentenças e que ninguém foge dela. Não é gritante, mas é sentida por todos. Não faz alarde de seus julgamentos, mas aplica a lei natural com perfeição e tem como princípio maior que “ninguém sairá daí, enquanto não pagar o último ceitil”. De que lugar? Da Terra; que Ceitil, as ações feitas com o uso errado do livre arbítrio. A fim de que? Para fazer com que você se depure e atinja uma condição tal que não precisará mais reencarnar no nosso planeta Terra que é morada de espíritos comprometidos pelo erro. É planeta de provas e expiações e ainda o mal, pela ausência eficaz do bem, prepondera...


Mas já notou que sempre escolhemos. Escolhemos a roupa de vestir, a religião a professar, a palavra a dizer, o partido a seguir e o candidato a votar, a vida a levar. Ou seja, as nossas escolhas dirão quem realmente somos. E quanto mais fizermos boas escolhas a vida pela lei de causa e efeito nos ajudará na caminhada, pois Deus não está surdo, nem cochilando e como é o nosso “patrão” sabe para onde conduzir bem os seus “operários” para fazer com que possamos produzir cada vez mais no bem e por conseqüência atinjamos a felicidade, fim de todos nós.


Segundo os espíritos, Deus criou todos os homens iguais e todos nós temos o mesmo objetivo que é evoluir e para isso elaborou leis para ajudar o homem a sair das amarras das ilusões e aprender a escolher bem. Todos nós, sem exceção, estamos sujeitos as mesmas dores e o nosso corpo físico se destrói dia a dia, tanto o do rico como o do pobre e tendo em vista isso, concluímos que Deus não deu superioridade natural nem pelo nascimento e nem pela morte. Alguns, “inocentes”, tentam fazer de tudo para que o corpo físico se preserve para que se tenha uma vida física infinda. Bobagem, pois imortal só o espírito que está usando temporariamente este corpo. Os americanos estavam até congelando corpos para em um futuro que não vai acontecer a ciência possa revitalizá-lo e ele volte a viver. É o cumulo do materialismo. Depois que a energia vital voltar à esfera do Fluido cósmico universal, não tem mais jeito. A matéria inerte que “apagou” não acende mais. Pode congelar corpos e mais corpos. E haja frigorífico e haja energia. Até Jesus, não ressuscitou alguns do evangelho e segundo o próprio eles apenas dormiam. O próprio Jesus não ressuscitou, voltou com o perispírito (corpo espiritual) materializado. Pois se tivessem ressuscitado estaria derrogando as leis naturais e ele mesmo disse que não veio destruir a lei, mas dá-la cumprimento.


As nossas escolhas refletirão o teor dos nossos desejos. Primeiro o desejo e depois as escolhas e o desejar bem é o resultado da maturidade espiritual que é conquista paulatina. Há muito desejos bobos e eivados de ilusões que irá fazer com que escolhamos mal e aí haverá “choro e range dos tentes”. Deseja bem para escolher bem, aí meu amigo, o bem se fará presente em sua vida.


PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.


quinta-feira, 8 de julho de 2010

" OS TROMBONES ESTÃO VIVOS "



“OS TROMBONES ESTAO VIVOS”
(Reynollds Augusto)





O meu amigo e irmão Herculano Pereira me pediu que eu “escrevinhasse” algo que pudesse preencher um pouco o vazio que foi deixado pelo desencarne ou morte dos nossos conterrâneos vitimados, em data bem próxima, quando de seus deslocamentos para a Rainha do Vale à festividade religiosa da “mãe de todos nós”. Tudo isso para tentar encontrar uma explicação plausível para os amigos e famílias que sofrem e isso na visão espírita. Tentarei ficar adstrito a Radegundes, por tê-lo conhecido mais proximamente, mesmo sem a intimidade dos amigos e cuja idéia serve para todos os outros. O nobre advogado, escritor e primo Demir Cabral foi quem instigou tal dúvida.

Antes, porém, relembro com saudades na então Rua Pedro Américo, quando criança, aqueles sons mágicos do trombonista Radegundes Feitosa e a família de músicos que ele fazia parte como, o saudoso Pai “Costa” e os irmãos do astro itaporanguense, “Bobó” e “Costinha”, que sempre alegraram a nossa cidade, com seus perfeitos acordes, nas festas tradicionais de Itaporanga...

Uma lembrança repentina que me veio agora à mente foi a dos encontros nos finais de semana que realizávamos na avenida Getúlio Vargas em que o ponto de partida sempre acontecia na farmácia de Dona Carmosa, mãe da minha grande amiga Gardênia, que por sua vez era prima de Radegundes. Costinha, irmão de músico, sempre se encontrava para namorar com uma das mais belas garotas de Itaporanga, a filha de Cesar Conserva, Solange, que no dizer do escritor Paulo Conserva era (é) um misto de Sol e Anjo. A sua partida à época também gerou uma comoção geral. E veio aquela velha pergunta: Por quê?

Lembro-me que sempre usava um cabo de vassouras, sob protesto de minha mãe, e juntamente com a molecada da Rua Pedro Américo descíamos as ruas de Itaporanga com a nossa banda de moleques improvisada imitando os artistas. E haja lata de doce para fazer os taróis e haja caixa de papelão para fazer bumbos, como também sementes de arroz em latas de óleo para fazer barulho . Bons tempos aqueles que estão no éter da vida e nos resquícios sentimentais da alma. Aliás, o passado foi o presente que ficou e está eternizado no futuro que virá.

Mas, como explicar esse tipo de morte que surge assim, de repente?

Na verdade não existe morte de repente e estamos todos os dias gastando o “quantum” vital de energia que nos foi concedido por Deus para estarmos aqui e por conta disso “morremos” todos os dias e sequer nos damos conta disso e estamos na contagem regressiva. Por vezes e devido as nossas escolhas erradas, gastamos mais rapidamente essa energia e muito mal, voltando mais cedo para a pátria espiritual. Por outras vezes a morte é uma programação de vida pessoal de cada um para que haja o seu devido ajustamento às leis de Deus, pois ninguém foge à jurisdição divina. De outra sorte é pura imprudência e irresponsabilidade. Mas morrer é apenas mudar de lugar.

Não podemos explicar com precisão os motivos que levaram tais espíritos a desencarnarem naquelas condições e isso só Deus o faria. Até os espíritos iluminados que responderam as perguntas feitas pelo mestre Lionês em muitos momentos nos disseram que não sabiam responder algumas perguntas formuladas pelo professor, pois que tais conhecimentos estavam na esfera divina. Nem eles sabem de tudo e tem uns que sabem menos que nós

O fato é que “morrer” não é tão triste assim, pois é nesse momento que o espírito se liberta para continuar vivendo na verdadeira vida. A nossa cultura religiosa, o nosso atavismo consciente e inconsciente é que pintou a morte como algo trágico e macabro e ela nos parece ser o pior dos acontecimentos, tendo em vista não termos aprendido ainda o que é a vida. Não sabemos o que é a morte e por isso não aprendemos a viver bem.

Não vamos tentar encontrar razões para a morte porquê a razão maior é que ela é uma etapa da vida. Assim que nascemos começamos a “morrer” e o que mais nos interessa é procurar as explicações mais racionais, mesmo que elas não consigam satisfazer a todos. A Doutrina espírita tem algumas explicações bem lógicas para essa questão e posso indicar O LIVRO DOS ESPÍRITOS que contém perguntas e respostas sobre as grandes dúvidas da vida. Perguntas feitas por um intelectual e que era descrente em Deus e respostas fornecidas pelos espíritos de escol sobre a vida e a morte.

Os espíritos dizem que a separação da alma do corpo não é dolorosa e que o corpo sofre sempre mais durante a vida do que no momento da morte; a alma nenhuma parte toma nisso. O organismo tem mecanismos naturais para levar o corpo à inconsciência nas horas mais difíceis e o sofrimento que de alguma forma o espírito experimenta no instante da morte se torna um gozo que com o desencarne vê chegar o termo no seu exílio e acrescenta que “na agonia, a alma, algumas vezes, já tem deixado o corpo existindo nada mais há do que a vida orgânica”. ( questões 154 e 156 de OLE)

Há um tempo atrás experimentei esse fenômeno, só que no meu caso foi de quase morte. Sofri uma grande pancada na cabeça que me arrancou fragmentos de ossos do lado direito, quando voltava de Sousa e de moto, na estrada que liga Coremas a Piancó e fiquei horas a fio desarcordado, com um rombo na testa, sangrando e quase sem respirar. Sabe aqueles milagres que as pessoas falam, mas que na realidade se tratava de uma experiência necessária para minha evolução, pois milagre é derrogação das leis de Deus e ele não derroga as suas leis. O fato é que eu tinha tudo para “morrer ”e não morri. Do episódio não lembro conscientemente de quase nada. Se você quiser que faça uma descrição do mundo espiritual eu te relato em detalhes que um descrente ou materialista diria que eu estou tresvariando e que a pancada prejudicou a minha razão; mas do acidente, da dor, da quase morte pouco me lembro. Eu até brinco com os amigos afirmando que todo ser humano deveria pelo menos uma vez na vida experimentar um estado de coma. “É legal!” Você volta mais “gente” e deixa as ilusões de lado e em alguns dias passa por uma transformação interior que levaria décadas para acontecer. É um “curso” pessoal de vida que realmente faz a diferença.

Os nossos amigos trombones continuam vivos e agora com mais liberdade para se aperfeiçoar na música no plano espiritual, pois não estão presos as amarras do corpo físico. A volta pode ter sido até dura e inesperada e só Deus sabe por que teriam que retornar naquelas condições, mas o fato é que eles vivem e esperam por nós no dia certo de cada um para o reencontro festivo que logo se dará, apesar de termos a sensação de que não. É puro engano. O tempo: presente, passado e futuro é uma grande mentira, segundo Einstein (1879-1955) em uma de suas teorias, muito lógica por sinal.

Lembremos dos nossos artistas com alegria e formulemos pensamentos de força e paz que eles recebem, com certeza. Esse é o telefone do coração e não se engane que vez por outra eles estão aqui visitando os seus, por que ninguém é de ferro e a saudade faz doer. Muitas vezes vocês sentirão as suas presenças, pois a vida não tem fim e “morte” só à do corpo físico que dia a dia se despede das ilusões deste mundo.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.


terça-feira, 6 de julho de 2010

EJEP I




A cidade de Itaporanga será agraciada nos dias 16,17 e 18 deste mês de julho com um evento itinerante de grande importância do Estado da Paraíba e que é promovido pela Federação Espírita Paraibana. Trata-se do EJEP (Encontro de Jovens Espíritas) que se realiza anualmente em cidades sedes.


Este ano o Dij da Fep, a coordenadoria Espírita do Vale do Piancó e o Centro Espírita Jesus de Nazareth conseguiram que tal evento se realizasse em Itaporanga, reunindo expositores, bandas de músicas espíritas a exemplo do Grupo Acorde da Federação Espírita Paraibana e muito mais.
Possivelmente estará presente o Grupo de Arte “JOANAS“ que ao se apresentar arranca lágrimas de todos os presentes e será um momento mágico para nossa cidade.


Renomados expositores a exemplo de Rossandro Klinjey, Neto Batista, Joedla Rodrigues e outros estarão presentes debatendo temas de grande relevância para a vida da juventude em Geral,
Faltam 10 dias

Você não pode perder.

Fique atento.

domingo, 4 de julho de 2010

ODEIO OS INDIFENTES



OS INDIFERENTES

( Reynollds Augusto)


Eis que no nosso curso de especialização em Direito Administrativo e Gestão Pública, nos foi apresentado pela doutoranda e professora HERMÍLIA AYRES um texto intitulado “Os Indiferente”, datado de 11 de fevereiro de 1917, mas que está atualíssimo. O texto faz uma análise consciente dos que não tomam posições diante da vida e ficam meio que “encima do muro” esperando a oportunidade de pular para o lado que melhor lhe apetece. Alías, as verdades nunca morrem e permanecem como um sino que badala a consciência do infrator e é por isso que os espíritos superiores disseram ao professor Kardec, que as leis de Deus estão na consciência de cada um. Nada de estar em algum livro dito sagrado.


Na história da humanidade tivemos notícias de muitos e muitos que foram indiferentes à verdade e que poderiam ter se posicionado no sentido de mudar os destinos da humanidade, quando podiam. A maior indiferença que encontramos foi aquele “lava mãos” do fraco PILATOS, que deveria com o seu poder temporal ter libertado o inocente Jesus de Nazaré que fora assassinado por conta dos interesses mesquinhos dos insidiosos da época que queriam continuar dominando as mentes imaturas . Nos dias atuais a indiferença ainda permeia as nossas vidas devido à fraqueza moral de que somos detentores. O indiferente não sabe e não quer tomar posição devido à incidência de seus pendores específicos que sempre estão alinhados com suas pretensões egoísticas. O mestre Jesus já nos ensinou que diante dos problemas da vida é “sim,sim, não, não”. Entendeu? Nada de ser indiferente.


Mas vamos à transcrição do texto para que os nossos leitores possam fazer um juízo de valor e quem sabe até enriquecê-lo neste mural da democracia do grande Rainério,



OS INDIFERENTES


( Antônio Gramsci )



Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel acredito que “viver significa tomar partido”. Não podem existir homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes.


A indiferença é o peso morto da história. É a bala de chumbo para o inovador, é a matéria inerte em que se afogam freqüentemente os entusiasmos mais esplendorosos, é o fosso que circunda a velha cidade e a defende melhor do que as mais sólidas muralhas, melhor do que o peito dos seus guerreiros, porque engole nos seus sorvedouros de lama os assaltantes, os dizima e desencoraja e às vezes, os leva a desistir de gesta heróica.


A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade; e aquilo com que não se pode contar; é aquilo que confunde programas, que destrói os planos mesmos os mais bem construídos; é matéria bruta que se revolta contra a inteligência e a sufoca. O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar não se fica a dever tanto à iniciativa dos poucos que atuam quanto à indiferença, ao absentismo dos outros que são muitos. O que acontece, não acontece tanto porque alguns querem que aconteça quanto porque a massa de homens abdica da sua vontade, deixa fazer, deixa enrolar os nós que, depois, só a espada pode desfazer, deixar promulgar leis que depois só a revolta fará anular, deixar subir ao poder homens que depois, só uma sublevação poderá derrubar.


A fatalidade, que parece dominar a história, não é mais do que a aparência ilusória desta indiferença, deste absentismo. Há fatos que amadurecem na sombra, porque poucas mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia de vida coletiva, e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões limitadas e com fins imediatos, de acordo com ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens não se preocupa com isso. Mas os fatos que amadurecem vêm à superfície; o tecido feito na sombra chega ao seu fim, e então parece ser a fatalidade a arrastar tudo e todos, parece que a história não é mais do que um gigantesco fenômeno natural, uma erupção, um terremoto, de que são todos vítimas, o que quis e o que não quis quem sabia e quem não sabia quem se mostrou ativo e quem foi indiferente. Estes então zangam-se ,queria eximir-se às conseqüências , queriam que se visse que não deram o seu aval, que não são responsáveis. Alguns choramingam piedosamente, outros blasfemam obscenadamente, mas nenhum ou poucos põem esta questão; se eu tivesse também cumprido o meu dever, se tivesse procurado fazer valer a minha vontade, o meu parecer, teria sucedido o que sucedeu? Mas nenhum ou poucos atribuem à sua indiferença, ao seu ceptismo, ao fato de não ter dado o seu braço e a sua atividade àqueles grupos ou cidadãos que, precisamente, para evitarem esse mal combatiam (com o propósito) de procurar o tal bem (que) pretendiam.


A maior parte deles, porém, perante fatos consumados prefere falar de insucessos ideais, de programas definitivamente desmoronados e de outras brincadeiras semelhantes. Recomeçam assim a falta de qualquer responsabilidade. E não por verem claramente as coisas ,e, por vezes , não serem capazes de perspectivar excelentes soluções para os problemas mais urgentes ,ou para aqueles que, embora requerendo uma ampla preparação e tempo, são todavia igualmente urgentes. Mas essas soluções são belissimamente infecundas; mas esse contributo para a vida coletiva não é animado por qualquer luz moral; é produto da curiosidade intelectual, não do pungente sentido se uma responsabilidade histórica que quer todos sejam ativos na vida, que nos admite agnosticismo e indiferenças de nenhum gênero.


Odeio os indiferentes também, porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes. Peço contas a todos eles pela maneira como cumpriram a tarefa que a vida lhe impôs e impõe quotidianamente , do que fizeram e sobretudo do que não fizeram. E sinto que posso ser inexorável, que não devo desperdiçar a minha compaixão, que não posso repartir com eles as minhas lágrimas. Sou militante, estou vivo, sinto nas consciências viris dos que estão comigo pulsar a atividade da cidade futura que estamos construindo. Nessa cidade ,a cadeia social não pesará sobre um número reduzido , qualquer coisa que aconteça nela será devido ao acaso, à fatalidade, mas sim à inteligência dos cidadãos .Ninguém estará à janela a olhar enquanto um pequeno grupo se sacrifica, se imola no sacrifício. E não haverá quem esteja à janela emboscado, e que pretenda usufruir do pouco bem que a atividade de um pequeno grupo tenta realizar e afogue a sua desilusão vituperando o sacrificado, porque não conseguiu o seu intento.



Vivo, sou militante. Por isso odeio quem não toma partido, odeio os indiferentes



PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.